O União Industrial Argentina Apresentado em (UIA). 114ª Conferência Internacional do Trabalho realizado em GinebraSuíça, por Organização Internacional do Trabalho (OIT) e manifestou a sua preocupação com a produção de trabalho informal e a estagnação do emprego privado. Dias antes, representantes Confederação Geral do Trabalho (CGT) compareceu perante o mesmo fórum para condenar o incumprimento por parte do governo nacional dos acordos internacionais de trabalho.
“A tecnologia por si só não produz prosperidade; fá-lo quando a produtividade aumenta e se traduz em investimento, emprego e melhores salários”, afirmou o presidente da UIA. Martin RapalliniDurante sua apresentação sobre a necessidade de as empresas adotarem novas tecnologias para impulsionar o crescimento econômico e a geração de empregos formais. Rapallini explicou então o seu diagnóstico da Argentina, lembrando que o país “não aumenta a sua taxa de emprego privado há 15 anos” e que, atualmente, a informalidade ronda os 43%.
Importância da reforma trabalhista
Neste sentido, o empresário Xavier Millay destacou a reforma laboral promovida pelo governo e considerou “um ponto de viragem para a modernização das relações laborais”. “A nova lei promove o recrutamento e a adaptação das equipes de trabalho às novas tecnologias. Fortalece os sistemas de risco e também proporciona avaliação jurídica a quem busca investimentos e contratos. Na Argentina estamos passando pelo necessário processo de estabilização macroeconômica”, explicou.
Estamos em Genebra, na Suíça, no âmbito da Conferência da Organização Internacional do Trabalho.
Esta quinta-feira estaremos acompanhados por Leonardo Garcia, Presidente da Associação Industrial do Uruguai, junto com seu Diretor Geral, Gilbert F. Tivemos um encontro maravilhoso com Houngbo. (+)? pic.twitter.com/8ugzHRiV7f
-Martin Rappallini (@MRappallini) 4 de junho de 2026
Ele também elogiou a estabilidade económica e o combate à inflação por aumentarem as expectativas de “reanimar o investimento e a confiança”. No entanto, destacou que “a sustentabilidade por si só não é suficiente” e instou o governo nacional a “promover sistemas educativos ligados às competências que o mundo do trabalho exige hoje”.
Da Suíça, a CGT condenou Mili
Em contrapartida, Jorge Sola, co-secretário-geral da CGT, denunciou o governo nacional por alegadamente “não cumprir as múltiplas normas internacionais que regem o trabalho global através de reformas laborais”. “Eles pretendem redefinir fundamentalmente o modelo de relações laborais da nação, com base na premissa perigosamente falsa de que: Que a protecção dos trabalhadores é um obstáculo ao desenvolvimento económico“, afirmou.
No âmbito da 114ª Confederação Internacional do Trabalho, e depois que a Comissão de Normas resolveu formalmente as reclamações apresentadas por três confederações trabalhistas, compartilhamos uma reunião com a Confederação Sindical dos Trabalhadores das Américas… pic.twitter.com/kqpRw5wsaY
-Jorge Sola (@JorgePinoSola) 5 de junho de 2026
