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Redes pegando fogo após Flavio Azaro reagir à responsabilidade de Riquelme na derrota do Boca

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Ao longo dos anos, Flávio Azaro Uma das vozes da mídia que mais apoia Juan Román RequelmE no mundo Boca. Por isso, suas palavras após a eliminação na Copa Libertadores tiveram forte repercussão entre os torcedores. Com frases muito duras, o jornalista não só mirou o futebol do time, como também responsabilizou diretamente o presidente do Xeneize pelo fracasso. “O principal responsável por esta demissão do Boca é, claro, Juan Roman Riquelme”, começou ele em uma análise que rapidamente se tornou viral.

A derrota para a Universidad Católica de Chile e a eliminação na fase de grupos foram o ponto de ruptura para o Boca em muitas partes do mundo. Mas no caso de Azaro o golpe tem outro peso simbólico. Porque o homem que historicamente defendeu a estátua defende agora que “é impossível continuar a gestão desta liderança do Boca do ponto de vista desportivo”.

Mudança de posição de Azaro com Requelm

Em sua defesa, o motorista deixou claro que não foi suficiente para justificar o presente por arbitrariedade, lesões ou defeitos específicos. Como ele explicou, o Boca enfrentava uma profunda crise futebolística e a liderança de Riquelme estava diretamente sob o microscópio.

“Terceiro ano de Requelm como presidente. O primeiro não disputou a Copa Libertadores. O segundo foi eliminado na primeira fase dos playoffs e o terceiro na zona de grupos”, listou Azaro, sugerindo que não poderia mais defender.

Ele foi além e garantiu que o volante entrou em uma fase crítica para o futuro político do clube. “Se as eleições fossem realizadas hoje em Boca, é difícil imaginar que Riquelme venceria como fez na última eleição”, disse ele. E acrescentou outra frase forte: “O tema de hoje é requelme”.

O jornalista questionou ainda uma das decisões mais discutidas da direção: a continuação de Mariano Obeda como treinador. “Úbeda não deveria ter treinado na Boca Copa Libertadores e isso não é culpa de Úbeda”, explicou. Para Azaro, a responsabilidade recai mais uma vez sobre o presidente por apoiar o projeto sem um treinador importante.

“Boca continua vitorioso”

Para além dos nomes próprios, a análise está carregada de noções muito rigorosas sobre a identidade futebolística do clube. “O Boca perdeu contra o Boca. O Boca perdeu contra seus medos”, disse Azaro, antes de lançar outra frase que impressionou particularmente um torcedor: “La Bombonera não ataca mais”.

Segundo o jornalista, o time perdeu a espiritualidade e deixou de competir em noites importantes. “O Boca continua ficando de fora nos jogos mais importantes, sempre em casa”, disse ele, relembrando eliminações internacionais anteriores.

Ao final da análise, Azaro deixou uma reflexão que resumiu o clima que vivia o clube: “O Boca deixou de vencer e se tornou um time que perdeu para qualquer um e perdeu prestígio para sempre”.

Palavras que há pouco seriam inimagináveis ​​para um homem que durante tantos anos e publicamente defendeu a figura de Riquelme. E assim, em meio à raiva e frustração por mais uma demissão internacional, suas declarações tiveram um impacto ainda maior no mundo do Boca.

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