Ex-diretor Organização Nacional de Deficiência (dado), Diego SpagnuloEle se recusou a fornecer uma amostra de sua voz a um juiz no meio de uma investigação sobre supostos altos custos e receitas na compra de medicamentos e suprimentos para deficientes. Recentemente, a Justiça autorizou a perícia da Spagnuolo Audios, que iniciou a investigação, e para a qual foi solicitada amostra de voz.
Justiça exige perícia para prosseguir
O estudo visa determinar se o assunto nas mãos da Justiça é real ou apresenta sinais de interferência de inteligência artificial. Juiz Comida aérea Há duas semanas, foi ordenado o início de uma investigação a pedido de Câmara Federal E nomeou uma equipe técnica responsável pelo processo.
As denúncias sobre suposta edição e falsificação por inteligência artificial partiram da própria defesa de Spagnulo, que garantiu que o material havia sido interceptado.
Através destas denúncias, os advogados procuraram declarar o caso arquivado, por ser considerado a pedra angular do processo contra o ex-funcionário nacional. Nas gravações, Espanhol O esquema de suborno na ANDIS foi detalhado, chegando até a cúpula Poder executivo.
A mudança de estratégia de Spagnuolo
Porém, num último comparecimento perante a Justiça, um advogado próximo dos irmãos Mili declarou: «As verificações de voz constituem a utilização do arguido como cobaia e, dada esta oportunidade, a garantia contra a autoincriminação funciona como um impedimento legal permanente.«. “Até porque a sua intervenção ativa e não consultiva naquela ação pode levar a um resultado desfavorável ou prejudicial em relação à acusação que defende”, acrescentou.
Por sua vez, o advogado Paulo PereiraUm membro da defesa de Spagnuolo garantiu que o material foi adulterado, salientando que embora se tratasse de uma suposta conversa entre duas pessoas, apenas uma voz pôde ser ouvida. Porém, ele evitou mencionar o uso da inteligência artificial como no passado.
