O árbitro de Tucumán deu um passo decisivo em um dos casos mais polêmicos do futebol argentino. Juíza Patrícia Carugatti ratificou a demissão dos quatro ex-jogadores do Vélez Sarsfield Sebastián Sosa, Braian Cufré, Abiel Osorio e José Florentín, que foi acusado de agressão sexual em março de 2024, negar provimento aos recursos interpostos pelos advogados do recorrente.
O segundo veredicto favorável ao réu
Esta resolução mantém a absolvição originalmente proferida em dezembro de 2025 pelo juiz Augusto Paz Almonacid. Na ocasião, o juiz rejeitou a acusação por falta de elementos suficientes após analisar detalhadamente as provas.
Neste novo caso, O juiz Carugatti concluiu que as alegações da denúncia não apresentavam erro ou arbitrariedade que justificassem a reversão da decisão anterior. Um fator chave na decisão foi que o Ministério Público optou por não participar na impugnação da denúncia.
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A reviravolta na investigação criminal
A denúncia original alegava que os jogadores de futebol teriam agredido uma jovem de Tucumán no hotel Hilton da capital provincial após uma partida. Por conta disso, os réus cumpriram 920 dias de prisão domiciliar.
No entanto, o rumo do caso mudou drasticamente no final de 2025. Após uma contradenúncia por supostas relações ilícitas e a posterior análise dos celulares das testemunhas, a defesa encontrou mensagens que enfraqueceram a acusação inicial e levaram ao arquivamento do caso.
Os últimos tribunais
Com esse revés na denúncia, o caminho para a anulação da absolvição fica significativamente reduzido. A representação do recorrente só precisa recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça de Tucumán – órgão que não possui prazos fixos para a emissão de sentença – e eventualmente recorrer como último recurso ao Supremo Tribunal de Justiça da Nação. Ao mesmo tempo, os atletas mantêm formalmente o estado de inocência.
PA