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O principal general da Suécia diz que os EUA continuam sendo ‘realmente o maior aliado’: NPR

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Mary Louise Kelly, da NPR, fala com o chefe da defesa da Suécia, general Michael Claesson, sobre a OTAN, as guerras na Ucrânia e no Irã e a relação da Europa com os Estados Unidos da América.



MARY LOUIS KELLY, ANFITRIÃ:

Hoje estou às margens do Rio Potomac. Este é um dia deslumbrante de primavera. Os barcos passam. Estamos aqui porque por cima do meu ombro direito está a embaixada sueca. Agora, talvez se lembrem, a Suécia aderiu à OTAN há dois anos – 2024. Um momento desafiante para a aliança. O chefe da defesa, comandante-em-chefe Michael Claesson, que é o comandante supremo das forças armadas suecas, está na cidade. Então, quando tudo isto vai ser sobre a NATO e a aliança, decidimos parar na embaixada e perguntar-lhe o que se passa?

Olá pessoal. É bom te ver.

MICHAEL CLASSON: Obrigado também. Obrigado por me receber.

KELLY: A Suécia aderiu à OTAN há dois anos.

AULA: Certo.

KELLY: Não é hora de amizade.

AULA: Não, de jeito nenhum.

KELLY: Não.

AULA: E não será a hora da Suécia.

KELLY: Você está baseado aqui em Washington, então preciso fazer alguns comentários recentes sobre a OTAN vindos de Washington e especificamente da Casa Branca. Na semana passada, o Presidente Trump descreveu a aliança da OTAN como uma via. Ele disse que os EUA estão a poupar milhares de milhões em países que não vão fazer nada aos EUA no momento certo. Como lidar com isso?

CLAESSON: Bem, claro, é – parece um pouco injusto que em 2001, a situação do 11 de Setembro, eu, juntamente com muitos de nós, servimos no Afeganistão durante tempos difíceis e basicamente assumimos os desafios de segurança que eram globais, mas também, de uma forma ou de outra, também dirigidos contra o nosso Estado. A este respeito, penso que somos melhores empresas no Afeganistão durante tempos difíceis e geralmente suportamos os desafios de segurança que eram globais, mas também, de uma forma ou de outra, também contra o Estado dos EUA. A este respeito, pensamos que somos melhores empresas e partidos tradicionais, e pensamos que somos melhores partidos de segurança, que são globais, mas também, de uma forma ou de outra, também contra os EUA. um grande melhor amigo até mesmo para os EUA

KELLY: O presidente Trump apelou aos aliados dos EUA para se juntarem à guerra contra o Irão e ajudarem a proteger o Estreito de Ormuz. A contragosto, os tímidos nativos chamaram as terras de breu. Jogar na sua cara? A Suécia enviará navios para ajudar os Estados Unidos e Israel?

AULA: No final das contas, a questão é esta. Temos os recursos? Sim. Muitos aliados têm os recursos e – mas é necessário negociar com o político também através dos canais da NATO. Como ponderamos que, com outras funções da OTAN, todos os 32 aliados concluem que estas são prioridades na parceria agora?

KELLY: Vamos voltar para a Ucrânia. O que está acontecendo na guerra de estimativas?

AULA: Bem, eu estive lá há algumas semanas e é… o país não estava destruído. O país não está quebrado.

KELLY: O que isso significa?

AULA: Eles sofreram um inverno muito difícil com a Rússia, principalmente nos danos ao setor energético, que fizeram com que as pessoas literalmente congelassem e, em alguns casos, até a morte. Mas este país é muito forte e por muitos motivos aconselhável, que neste momento não é livre para habitar. Mas penso que é importante não fazer com que a Rússia tenha 10 metros de altura. É importante não subestimar a Ucrânia, porque é um país forte, com um exército forte, um exército muito inovador. E do lado sueco, sentimos que é importante apoiá-lo de todas as formas que pudermos.

KELLY: Acho que a questão fundamental levantada por tudo isto, dados os comentários do Presidente Trump sobre a NATO de que temos estado a falar, as questões sobre a Ucrânia dos EUA e o conflito lá – se for o caso, poderia a NATO resistir à Rússia sem os Estados Unidos?

AULA: É uma pergunta complicada porque sempre depende. É claro que existem cenários em que a NATO poderia ser atacada sem quaisquer capacidades dos EUA, mas é muito difícil ver uma situação em que a NATO chegasse a uma situação de defesa colectiva e os EUA não tivessem alguma capacidade. É desnecessário dizer que os EUA são um parceiro realmente importante, e o encargo variável é também garantir que isso aconteça de forma ordenada, para que não acabemos na situação de segurança comprometida que temos agora.

KELLY: Você estava dizendo, estávamos sentados aqui à mesa de conferência na simpática embaixada sueca em Munique, que você tenta ir a Washington uma vez por ano ou mais.

AULA: Sim.

KELLY: …conversas com seus colegas.

AULA: Sim, sim.

KELLY: …veja a temperatura do que está acontecendo aqui. Gostaria de saber se sente uma chicotada, General Claesson, ao aterrar em Washington em 2026, ao ter conversas com uma administração que vê tantas questões centrais para o seu gabinete, seja a Ucrânia ou a Gronelândia ou a parceria da NATO tão diferente de há dois anos do que a administração que estava então na Casa Branca?

AULA: (Risos) Bem, há uma diferença, mas eu não diria necessariamente chicotada. Existe um estado mais estável nas relações entre militares. E, claro, as relações entre militares são afectadas pelas políticas e pelas mudanças políticas. há poucas dúvidas sobre isso.

KELLY: Ainda parece uma via de mão dupla, respeito…

AULA: Sim.

KELLY: …sobre a construção do diálogo?

CLASSON: Acontece quando a Europa tem que cuidar mais da nossa segurança convencional. E ligamos novamente. Nós entendemos.

KELLY: General Michael Claesson. Ele é o comandante da defesa sueca e o comandante supremo das forças armadas suecas. Obrigado pelo seu tempo.

AULA: Obrigado por ser tão gentil comigo.

KELLY: E você pode ouvir mais da minha entrevista com o General Claesson, incluindo reflexões sobre o futuro da segurança no Ártico, no podcast de segurança nacional Fontes e Métodos da NPR. Você pode ouvir onde quer que leve seus podcasts.

SOM MORUF CANÇÃO, “PT METAMORFOSES (FEAT. SZA)”)

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