DOIS influenciadores de alto nível foram acusados de comandar uma gangue de ladrões de crianças, que supostamente ordenavam roubos para financiar seus próprios negócios.
A polícia alega que as mulheres empregaram um bando de jovens com dedos pegajosos para roubar produtos de beleza e lipoaspiração em farmácias locais, para revender aos seus próprios clientes.
Polícia capturou as influenciadoras Claudiana Rocha e Laís Santiago em Salvador, uma grande cidade costeira do nordeste do Brasil, na quarta-feira.
Juntas, a dupla tem mais de 100 mil seguidores nas redes sociais, sendo Santiago apontado como influenciador de estilo de vida e dança, enquanto Rocha – esteticista – se apresenta online como mentora de outros profissionais de beleza.
As informações na biografia de Rocha no Instagram já foram excluídas.
As mulheres foram presas durante uma operação que visava uma suposta rede de roubo e revenda que operava em toda a cidade, segundo policiais.
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Ambas as mulheres tinham mandados pendentes relacionados às acusações e a polícia as classificou como fugitivas da justiça.
A polícia disse que as mulheres eram procuradas por suspeita de manipulação de bens roubados e acusadas de receber choques de gordura, obtidos através de assaltos a farmácias.
Fat jabs são dispositivos de injeção de formato cilíndrico usados para administrar medicamentos para perda de peso e diabetes.
Cada uma das injeções continha doses pré-cheias de medicamentos e foram projetadas para facilitar as injeções.
A pré-dosagem aumentou a demanda pelas unidades, deixando os produtos como um só CASO por roubo e revenda ilegal.
As autoridades de saúde alertaram que os dispositivos do mercado negro correm o risco de serem falsificados, armazenados inadequadamente ou dosados incorretamente, tornando-se então perigosos.
Seis pessoas foram alvo das prisões e da operação de busca e apreensão, segundo as autoridades.
Dois suspeitos também já cumpriam pena em um presídio de Salvador.
A polícia alega que a gangue recrutou adolescentes para realizar batidas em farmácias.
O grupo supostamente usou menores porque eles enfrentam consequências legais menores do que os adultos, dizem os investigadores.
Vários jovens já foram presos e interrogados em conexão com a série de assaltos, numa operação policial batizada de “Operação Milagre”.
A polícia disse que suas declarações ajudaram a identificar os supostos líderes e compradores.
O advogado de Rocha disse à Bahia que a prisão foi “injusta e desnecessária, pois não atende aos requisitos da lei”.
De acordo com sua equipe jurídica, ela negou qualquer envolvimento nas acusações contra ela e está determinada a provar sua inocência.
Santiago não fez comentários públicos desde sua prisão.
A investigação de Rocha e Santiago ainda está em andamento.
Os nomes das outras vítimas não foram divulgados pela polícia.
Uma fase inicial da operação foi conduzida em junho de 2025, onde o suposto recrutador e mentor do assalto foi preso.
A polícia apreendeu uma sacola de entrega usada nos furtos, uma capa de chuva e uma jaqueta.
Todos os itens foram identificados em imagens de CCTV durante os roubos, juntamente com produtos de higiene pessoal supostamente roubados de empresas comerciais.
A polícia também apreendeu vários telefones celulares e documentos em suas operações.
A segunda fase da investigação envolveu cerca de 300 policiais das polícias civil, militar e técnica, além de funcionários do sistema de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA).



