Far-Flung Postcards é uma série semanal em que a equipe internacional da NPR compartilha momentos de suas vidas e trabalhos ao redor do mundo.
Cabo Verde parece um país onde há mais músicos per capita do que em qualquer outro lugar. A música está entrelaçada com os sons da vida cotidiana nesta nação da África Ocidental. No coração da cidade da Praia, uma cidade com menos de 200 mil habitantes, os cantores cantam músicas quentes nos restaurantes. quente Música tradicional cabo-verdiana, com influências africanas e portuguesas. Nos bairros da cidade, os idosos costumam sentar-se nas calçadas e tocar violão. O governo também colocou o rosto do músico e cantor mais venerado do país – Cesária Évora, que se tornou internacionalmente popular na década de 1990 – na moeda do país (2.000 moedas).
Muitos músicos aqui têm outros empregos. O jornalista Júlio Rodrigues, que contratei para me ajudar a reportar a história antes da Copa do Mundo, também é violonista.
Todo mês de Abril, a identidade musical de Cabo Verde atinge o seu apogeu, quando a Praia acolhe dois eventos internacionais – o Atlantic Music Expo e o Kriol Jazz Festival. No mês passado, com o vento constante, o tempo pré-chuvoso do Oceano Atlântico, os sons do samba, da morna e do jazz encheram as ruas. Tirei esta foto da cantora cabo-verdiana Ineida Moniz em actuação na Atlantic Singer Expo.
Poucas semanas após o encerramento dos concertos, Cabo Verde recebeu uma boa notícia sobre a forma especial de reconhecimento: Será Capital Africana da Cultura 2028. Mas agora há uma grande comoção no país em relação ao esporte. Pela primeira vez, a seleção de Cabo Verde – a segunda nação mais pequena em população a qualificar-se – chegou ao Campeonato do Mundo.
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