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Razão de Cudernos: Lavagna declara sobretaxa de 20% nas estradas durante o Kirchnerismo

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Ex-Ministro da Fazenda Tribunal Oral Federal nº. 7 afirmou anteriormente ter detectado indícios de cartelização em empreitadas de obras públicas e ordenado a elaboração de relatórios sobre as supostas irregularidades.

Ex-Ministro das Finanças Roberto Lavagna Depôs como testemunha no julgamento O motivo são os cadernos e observa que houve sinais de cartelização nas obras públicas e preços elevados na região de Rodes durante o Kirchnerismo.

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Testemunhou perante Lavagna Tribunal Oral Federal N°7Uma audiência marcada para terça-feira foi forçada a ser remarcada devido a problemas de conexão com a Internet na área de Commodore Pi.

Na sua declaração, o ex-funcionário recordou a sua passagem pelo Ministério das Finanças durante a presidência. Eduardo Duhalde S Néstor Kirchnere referiu-se a investigações sobre alegadas irregularidades na adjudicação de obras públicas.

O momento central de seu depoimento ocorreu quando foi abordado pela defesa Cristina Kirchner Se alguma despesa é direcionada a um determinado empresário.

Lavagna em 2005 Banco Mundial Foi expressada preocupação relativamente à implementação de importantes fundos atribuídos principalmente para estradas.

Segundo ele, o organismo internacional manifestou a sua inquietação sobre a forma como estes programas são geridos e alertou que provavelmente iniciará algum tipo de investigação.

Lavagna disse que face a esta situação, orientou o Ministério das Finanças a preparar um relatório exploratório sobre a área mais relevante.

“Foi elaborado um relatório exploratório preliminar sobre a área que nos preocupa mais, que são as estradas”, anunciou.

Segundo seu depoimento, desse trabalho surgiram dúvidas sobre “um certo processo de cartelização de contratos” e “uma média de 20%” de margens de markup.

Depois de tomar conhecimento destes primeiros resultados, Lavagna garantiu que foi solicitado às instituições competentes que avançassem com um relatório completo e urgente sobre a situação.

O ex-ministro lembrou que divulgou publicamente estas suspeitas perante empresários e fornecedores do sector numa reunião realizada na Câmara da Construção.

Segundo ele, seus anúncios não foram bem recebidos pelos presentes. “Eles me disseram: ‘Ministro, o senhor vem aqui falar isso?’ E a resposta foi: ‘Sim, deveria estar aqui’”, lembrou.

Lavagna destacou que deixou o governo logo após ser instruído a prosseguir com essas reportagens, por isso não sabia como terminaram as investigações iniciadas naquele momento.

A declaração do ex-ministro foi dada no âmbito do julgamento da Causa Cuedernos, em que se investiga uma suposta associação ilegal ligada à cobrança de subornos em obras públicas durante os governos kirchneristas.

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