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“Não há como salvá-lo” política e intransigente

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Ex-vice-presidente da Unidade de Informação Financeira (UIF). Maria Eugênia Tarico Ele garantiu que Manuel Adorni Encontra um sério problema de confiabilidade e avisa “Não há como salvá-lo” No meio de uma investigação sobre sua herança. “Ele não passa pelo scanner”, disse o ex-funcionário com franqueza sobre o chefe de gabinete Xavier Miley.

Em declarações à Rádio La Red, Talerico falou do impacto político do caso envolvendo o ministro coordenador e referiu que as explicações públicas do responsável não conseguiram dissipar as suspeitas. “O problema de Adorni é a credibilidade junto às pessoas”, disse ele. Nesse sentido, ele é ainda mais contundente: “Adorni não é confiável, ele mente na nossa cara”.

“Ele está cheio de dúvidas”: Críticas a Adorni

Talerico disse que o governo nacional deve dar respostas claras às dúvidas que cercam o oficial. “Esclareça as coisas e depois volte, as pessoas precisam de transparência”, afirmou. Além disso, cita uma das atividades imobiliárias em análise judicial. “Os aposentados venderam um apartamento para Adorni quase pelo mesmo preço que compraram”, disse ele.

O ex-vice-presidente da UIF frisou ainda que existem ferramentas para tentar tirar dúvidas. “Se o advogado apresentar declaração juramentada, isso não prejudicará o processo judicial”, explicou. Os anúncios de Talerico aumentarão a pressão política sobre Adorni, à medida que o governo de Mili tenta conter a eficácia da investigação e as crescentes críticas públicas.

“Não há como salvá-lo”

O ex-chefe de gabinete também abordou a estratégia de justiça ambiental. “Adorni não pode ir ao tribunal porque os advogados estão lhe dizendo para ‘esperar porque algo mais pode aparecer’”, disse ele. E acrescentou: “Há grande especulação se algo mais surgirá de Adorni”.

Para Talerico, o caso já representa um problema político fundamental para o governo nacional. “Não há como salvar Ador. Ele não passará pelo scanner”, disse ele. Além disso, argumentou que o escândalo afectaria directamente a imagem internacional do partido no poder. “O governo tem de criar confiança e não podemos conduzir este espectáculo com chefes de gabinete em todo o mundo”, concluiu.



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