Assim o senhor Osvaldo Granados explicou em sua coluna na Rádio Panorama desta terça-feira a vitória eleitoral de La Libertad Avanza no dia anterior.
Ei Sr. Osvaldo Granados Isso é analisado em sua coluna de terça-feira Rádio Panorama no final das próximas eleições de domingo, nas quais Jornal da Liberdade Vitória consonante conquistada. Segundo o analista, a chave estava no caráter classe médiaque, “não com amor, mas com medo”, foi votar.
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“O testemunho forte e absoluto de ontem no mercado, um pouco à frente do exemplo. O risco-país caiu repentinamente, os títulos em dólares e as ações subiram e houve uma espécie de euforia”, disse Granados, que interpretou a reação como um sinal de que “o mercado não acreditava que o partido no poder pudesse vencer”.
Columela lembrou “Na Argentina, o medo de uma grande crise faz parte da memória históricaNa sua opinião, esse medo moveu a votação: “A curta memória do triunfo é lembrada” Alberto Fernández; o mais longo, 2001. Antes disso, e na ausência de propostas do outro lado, que apenas se oferecia para “parar a Milha”, era necessário que uma enorme classe média saísse para votar”.
Granados também comentou o clima do peronismo após a derrota interna. “Por outro lado, eles cobram pedágios. Ontem no C5N puniram Cristina e defenderam Kicillof. Parece que pertence à ordem superior.
Ansioso pelo novo cenário, o analista destacou que “o que está por vir é convocar os governadoresque chegará com outro espírito. O formato mudou porque os Estados Unidos exigiram acordos com aqueles que concordam com este modelo económico. “É um vestido vermelho para os policiais conversarem”.
Por fim, Granados referiu-se ao panorama financeiro:O JP Morgan acaba de informar que o Risco País pode cair para 440 pontos. Se descer a esse nível, podemos recuperar o dinheiro e o financiamento sem risco. Isto significa parcerias com projetos mineiros e acesso ao crédito internacional em Vaca Muerta.



