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“Ele ainda está dormindo com o caso $LIBRA” Política El Intransigente

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Deputado Nacional Maximiliano Ferraroquem presidiu Comissão de Inquérito Sobre o caso $LIBRANeste caso, iniciaram-se duras críticas ao avanço da Justiça. Segundo os legisladores, a investigação contém elementos convincentes que ligam autoridades e pessoas próximas ao governo. Nacional Com manobras econômicas irregulares.

“O promotor Eduardo Taiano tem muitas provas”Ele mencionou Ferraro Ao se referir ao trabalho de Ministério Público. Nesse sentido, o legislador é um oficial do judiciário “fique dormindo” Outras causas progridem mais rapidamente. Para o deputado, as provas colhidas foram “irrefutáveis” e demonstraram um padrão de conduta que confundia o público com o privado.

Reuniões e informações especiais em La Rosada

Um dos pontos mais fortes da denúncia refere-se diretamente ao secretário-chefe da Presidência, Karen Miley. Ferraro Foi salientado que ela tinha permissão para assistir às reuniões em Casa Rosa e em Quinta de Olivos Ligado à criação do “Grande Golpe” de $LIBRA.

Como várias carteiras virtuais começaram a funcionar minutos antes e depois do principal tweet publicado às 19h01, o legislador garantiu que houve utilização de informação privilegiada. Pelo Presidente. Xavier Miley. Segundo a investigação, esta manobra permitiu que cerca de 36 pessoas escapassem impunes com mais de um milhão de dólares. Para o deputado, a situação revelou uma relação de anos entre os envolvidos e o círculo íntimo do presidente.

Ferraro Ele comparou o governo libertário ao menemismo

Ferraro Ele também alertou sobre a estratégia jurídica que a defesa está tentando fazer para que o caso seja arquivado. Explicou que estavam tentando instalar a teoria da “árvore venenosa” para manchar a cadeia de custódia das provas, valendo-se das afirmações feitas pelo próprio Ministro da Justiça nos relatórios.

O deputado comparou a situação atual ao período de minimalismo. Indica a existência de bônus pagos com despesas reservadas. para FerraroO caso $LIBRA, somado às polêmicas sobre as visitas do deputado Manuel Adorni, deixou o governo em “extrema fraqueza” pelas mentiras e omissões descobertas.

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