As consequências de uma dolorosa eliminação da Copa Libertadores pelas mãos da Universidad Católica ainda perduram no Boca e como isso o obriga a jogar nas oitavas de final da Copa Sul-Americana é verdadeiramente chocante. Porém, o jornalista Boca perdeu por 1 a 0 na partida no La Bombonera. Diego Monroig Ele disse Juan Román Riquelme Ele entrou no vestiário e conversou com o time. Nisso ele revelou o que disse.
O Boca adicionou um novo fracasso na era moderna. A Copa Libertadores de 2007 estava longe de terminar, com Miguel Angel Russo conquistando seu sexto título na história do clube. Estão prestes a se passar 20 anos sem a conquista da Libertadores e o 7º parece uma ilusão de ótica à medida que se distancia cada vez mais. Com o Roman Requel de Juna parece ainda mais distante.
Certa vez, Wilmar Roldan deu o apito final. Juan Roman Riquelme já estava no vestiário aguardando o elenco e Claudio Obeda. Quando marcaram 7 minutos, ele saiu da área furioso porque o Boca o havia perdido no jogo.
Monroig detalha a discussão entre Riquelme e o elenco
A equipe de Ribera sofreu uma derrota dolorosa contra a Universidad Católica local, em La Bombonera. Não atacou, não produziu. Ele chutou para uma pequena área que nunca ameaçou o gol adversário.
A partida começou com a classificação do Boca para as oitavas de final e o desenvolvimento da partida foi um processo de busca da vitória necessária que o colocaria na próxima fase. Porém, o Boca esteve muito longe do que aconteceu contra o Cruzeiro semanas atrás, onde mereceu vencer o jogo e criou as condições de gol para garantir a vitória.
Enquanto isso, com a Universidade Católica Boca Ele explodiu quando deveria ter vencido e diminuiu consideravelmente seu desempenho. Por conta disso, o tom da conversa de Juan Roman Riquelme com a equipe mudou, com Diego Monroig afirmando logo após a partida que “Juan Roman Riquelme estava no vestiário com a equipe e a comissão técnica”.
Depois, “em uma reunião de 20 minutos, ele reclamou da atitude de querer vencer. Tirou os elogios ao Cruzeiro e disse que não havia margem para erros no segundo semestre”.



