A ação foi movida em cumprimento de ordem judicial vinculada ao caso Oil Fuels. O ex-chefe da AFIP deixou o cargo em 2015, mas continuou como funcionário regular da organização.
O governo nacional emitiu uma ordem para esse efeito na quinta-feira A absolvição de Ricardo Etchegare Agência de Arrecadação e Controle Aduaneiro (ARCA), em cumprimento à pena imposta ao ex-funcionário por administração fraudulenta agravada em detrimento da administração do Governo.
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A decisão foi tomada no âmbito de um processo administrativo que analisava a situação laboral do então ex-chefe da AFIP durante os governos kirchneristas. Embora tenha deixado a liderança da organização em 2015, Echchegare permaneceu no quadro permanente.
Da ARCA informam que a medida responde à necessidade de cumprimento Inabilitação especial permanente para o exercício de cargos públicos A justiça impôs isso. Conseqüentemente, liderado pelo corpo André Vázquez decidiu formalizar sua separação exata.
No âmbito do caso Tribunal Oral Criminal Federal nº. 3 A resolução depende da pena aplicada. Combustíveis petrolíferosNisto foi descoberto que Echegare era culpado de administração grosseiramente fraudulenta. Ele recebeu punição por esse julgamento Quatro anos e oito meses de prisãojuntamente com a inabilitação permanente para o exercício de cargos públicos.
Após a condenação, o ex-policial interpôs recursos separados visando a alteração da pena. Porém, no dia 12 de maio, a Câmara I da Câmara Federal de Cassação Penal declarou inadmissível o recurso extraordinário federal apresentado por sua defesa.
Com esta decisão, o governo procedeu à aplicação das consequências administrativas decorrentes da sentença judicial e encerrou a relação laboral continuada da Echegare com a agência de cobrança.