CTERA Levantou fortes críticas. A liderança nacional negou que a lei Liberdade de educação Procura demolir o papel do Estado e comercializá-lo sistema Escola. Num documento abrangente, a organização alertou para um “retrocesso perigoso”, como noticiou a entidade docente, e abriu um debate que atravessará todo o sector da educação.
CTERA questionou projeto e alertou para mudança de modelo
CTERA rejeitou o projeto promovido pelo governo. A organização afirmou que a Lei da Liberdade de Educação visa revogar a Lei da Educação Nacional, que está em vigor desde 2006. Afirma que a iniciativa mudará os princípios centrais do sistema educativo.
O projeto “ataca as escolas públicas e os direitos trabalhistas conquistados ao longo dos anos”, disse o comunicado. Negou também querer redefinir a educação como um “serviço” sujeito à lógica do mercado. Para o centro de ensino, o esquema “remonta ao século XIX”.
A organização destacou que a Lei Nacional de Educação foi o resultado de discussões extensas e participativas. Ele sugeriu que um novo texto está surgindo sem debate democrático. Ele alertou que também responderia aos interesses empresariais do setor privado.
Críticas ao financiamento por vouchers e ao papel do Estado
Um dos pontos mais questionáveis é o financiamento baseado em vouchers. CTERA afirma que o projeto substitui o investimento em educação por um modelo que transfere o custo para as famílias. Ele alertou que a medida agravaria a desigualdade.
A organização também defendeu o papel do Estado como garante do direito à educação. Ele ressalta que o projeto reduziu sua função à lógica associativa. Ele enfatizou que isso ia contra os princípios históricos do sistema educacional argentino.
A CTERA manifestou preocupação com a possibilidade de introdução do ensino religioso nas escolas públicas. Além disso, ele questionou a pressão para o ensino doméstico. Para o escritório central, estas ações prejudicam a igualdade no acesso à educação.
Alertas sobre direitos trabalhistas e avaliação punitiva
O documento rejeita a proposta de declarar a educação como “serviço essencial”. Ele achava que a iniciativa tentaria limitar o direito à greve. Ele também se opôs aos testes padronizados obrigatórios no final de cada ciclo.
O centro de ensino negou que a avaliação docente proposta no projeto tenha caráter punitivo. Ele prometeu que responderia a uma lógica meritocrática que não melhoraria a qualidade da educação. Ele argumentou que a medida ignora o trabalho diário das comunidades escolares.
A CTERA afirma que a retirada de artigos da Lei Nacional de Educação prejudica compromissos fundamentais. Ele lembrou que a norma estabelece um piso de financiamento de 6% do PIB. Também proíbe contratos que tratem a educação como um serviço com fins lucrativos.
Hugo Yassky fala sobre a “reforma da Terra plana”.
Secretário Geral do CTA, Hugo YaskeyO projeto foi duramente criticado. Ele a define como um “absurdo de terra plana” que destrói o sistema educacional. Ele garantiu que a proposta eliminaria a responsabilidade que não pode ser delegada ao Estado e transferiria o fardo para as famílias.
Yaskey destaca que a Lei Nacional de Educação é produto de um processo participativo. Ele ressaltou que o novo projeto iria funcionar sem redação e discussão formal. A educação melhora, mas não com um texto que, segundo sua leitura, instale um padrão regressivo.



