Início ESPECIAIS Caso Caecilia Strzyzowski: em meio à escolha dos jurados, a advogada foi...

Caso Caecilia Strzyzowski: em meio à escolha dos jurados, a advogada foi contratada pela Sena Emerenciana

37
0

Este é Nicolas Boniardi Cabra, que faz parte do piquetero líder da equipe defensora. Ele foi expulso do tribunal por usar telefone celular, o que viola as regras.

No meio da segunda audiência de julgamento no caso de Cecília Strzyzowski, Advogado que participou da defesa de Emerenciani Sena foi preso por violar normas judiciais para proteger o anonimato dos jurados.

Clique aqui para entrar no CANAL Whatsapp do Panorama DIÁRIO E ESTEJA SEMPRE INFORMADO

Este é o advogado Nicolas Boniardi Cabra.que faz parte do grupo que defende o devido piquetero.

Boniardi Cabra estava na sala do auxiliar de defesa, comandado pelo colega Ricardo Osuna. No meio da plateia Após ser questionado pelos juízes para apurar a questão, o juiz ordenou sua prisão.

Às testemunhas que estavam dentro da sala Boniardi Cabra carregava seu celular.

Embora os membros da equipe possam entrar na audiência com celular, uma das exigências é não admitir fotos ou gravar a audiência dos jurados, cujo anonimato deve ser preservado.

À medida que o dia se desenvolveu
Na sala de audiências do Centro de Convenções Gala, o clima no início do segundo dia de julgamento parecia mais tranquilo para a mulher Cecilia Strzyzowski, que terá no pátio a família Sena: César – marido da vítima e principal réu -, seus pais Emerenciano e Marcela Acuña, além de quatro colaboradores. Mas esta é uma falsa impressão.

Comemorando, a conversa entre advogados em casos (muitos com menos de 30 anos fazendo seus primeiros estágios) na primeira audiência entre mesas de centro, agora transferidas para a sala principal. E é a portas fechadas.

Começou esta quarta-feira o segundo dia de julgamento, onde foi renovado o processo de escolha do juiz, que foi interrompido na audiência de terça-feira por falta de tempo.

Até ao quarto adiamento ditado pela juíza Dolly Fernández, alguns cidadãos da Resistência chegaram aos 166 através dos filtros para ouvir vinte jurados populares (doze titulares e oito suplentes) que devolverão as partes ao veredicto em meados do próximo mês.

Terça-feira foi um estouro. Foi implementado um sistema de filtros inédito baseado em perguntas pré-formatadas dos partidos que tentavam permitir o perfil dos candidatos.

Foi então implementado um filtro básico, para que ele não tivesse relacionamentos anteriores nas festas ou gozasse de boa saúde. Desses 123 que aprovaram, 119 retornaram hoje ao processo.

Durante a manhã esses candidatos estiveram no salão do meio, com as portas fechadas. Na ampla sala presidiram a juíza técnica Dolly Fernández, membros da Promotoria Especial, advogados e também os sete réus.

Foi uma fusão, como Big Brother ou Popstars. Os candidatos tinham um número na caixa e respondiam a perguntas feitas pelo público, a fim de filtrar candidatos que tivessem preconceitos sobre a causa, preconceitos em relação a determinados temas ou posicionamentos assumidos. O objetivo era ter os jurados mais representativos.

Perguntas gerais, fechadas à mão, específicas ou não. Após esse filtro, os partidos poderiam solicitar que um dos candidatos enviasse respostas, alegando por que consideravam justo. Se o juiz deu OK, o candidato está correto.

Mas os partidos também tiveram uma espécie de “coringa”, um total de 14 desafios vãos que tiveram de medir para não justificarem os candidatos.

Segundo fontes judiciais consultadas pelo Clarín, o júri deverá estar formado até o final do dia.

Source link