modificação de Lei das GeleirasAceito Senado da NaçãoTentativas de redefinir o que são áreas protegidas de geleiras Províncias. O principal objetivo é permitir a exploração e aproveitamento económico em áreas denominadas “Periglaciares”Até agora tem sido protegido contra quaisquer atividades industriais ou extrativas.
Promoveu esta proposta Governo Nacional A pedido de vários governadores aliados. A intenção política é facilitar a chegada de investimentos multimilionários em mineração Política de incentivos para grandes investimentos (RIGI), instrumento que fazia parte da Lei BASIS aprovada em 2024.
Mais poder para governadores
O ponto principal desta reforma é que ela transfere poderes diretos às províncias para que possam decidir quais áreas são protegidas e quais não são. Isto reduz significativamente a participação Governo Nacional Na gestão destes recursos naturais.
Os principais promotores desta medida foram os governadores Catamarca, São João, Salta S Mendoza. O projecto já alcançou a sua primeira vitória no Senado com 40 votos a favor e 31 contra, sinalizando uma mudança nos padrões de protecção ambiental a favor do desenvolvimento mineiro.
Novos padrões para permitir mineração
A lei visa eliminar a proibição automática de atividades em áreas próximas às geleiras. Doravante, os projetos económicos poderão ser autorizados desde que apresentem uma avaliação de impacto ambiental aprovada pelas autoridades competentes.
Além disso, a proteção de uma área depende de estudos técnicos que determinem se a área atende a “Função Relativa da Água”. Se não for comprovado cientificamente que a área fornece água às bacias, ela poderá ser explorada. Os governadores salientam que o atual inventário dos glaciares está desatualizado, mas os seus defensores argumentam que a falta de dinheiro impede que seja mantido atualizado.
Protesto contra cortes em debate
Isso é Quarta e Quinta Começa em Representantes do povo Audiências públicas para discutir a reforma da Lei das Geleiras, que já foi aprovada pelo Senado. Segundo informações oficiais, de 100 mil pessoas inscritas, apenas 200 poderão atuar seguindo o esquema definido pelo partido no poder.
Com esta decisão, organizações ambientalistas e setores da oposição convocaram um protesto diante do Congresso com o slogan “Fiquem na fila até que nos convençam”. A mobilização é apoiada por partidos políticos, populações locais e movimentos sociais.
Os manifestantes negaram que restringir o discurso na audiência seja uma forma de avançar com uma reforma que coloque em risco os recursos hídricos. A polêmica promete se intensificar quando a Câmara dos Deputados decidir se esse novo esquema de proteção ambiental deve ser transformado em lei.



