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Angel Guantai morreu após violento ataque no bairro onde Garcia estava hospedado

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Angel Guantai, suboficial aposentado do Serviço Penitenciário, foi morto no ataque no bairro de Garcia Basalo, onde foi ferido junto com sua filha, uma policial.

Pesquisa sobre Ataque violento Aconteceu no bairro Durante a estadia de GarciaNa cidade SaltaA morte tomou um rumo trágico Anjo GuantaiOficial não comissionado sênior aposentado do Serviço Penitenciário Provincial. Guantai morreu na segunda-feira enquanto se submetia a tratamento no Hospital San Bernardo em estado crítico. Lesões graves Sofrido durante o ataque.

O ataque ocorreu na noite de 26 de maio, quando Guantai e sua filha eram policiais de Salta. Atacado com balas em sua casa Durante os acontecimentos, a policial ferida apresentou evolução positiva em seu estado de saúde, embora seu pai não tenha tido o mesmo destino.

Os incidentes aconteceram minutos antes das 22h. Em uma casa do bairro onde Garcia estava hospedado, foram ouvidos tiros, alertando o sistema de emergência 911. Na chegada, os policiais encontraram três pessoas, incluindo pai e filha, com ferimentos de bala, que foram levados às pressas para o hospital.

Uma terceira pessoa envolvida no incidente foi identificada Alejandro Júlio Maria CayoUm policial de Salta morreu no local. Caius já teve um relacionamento anterior com a ferida. A investigação preliminar revelou que ele apareceu na casa com a intenção de Reinicie o relacionamentoMas depois de uma discussão, ele atirou nela e no pai dela.

O caso está sob a supervisão do Procurador Criminal 2. Daniel Espilosínque coordenou atividades com diversos institutos de pesquisa. Nos dias que se seguiram, a policial ferida pôde testemunhar, fornecendo informações importantes sobre o relacionamento e o histórico de violência de seu ex-companheiro.

Segundo seu depoimento, o ataque ocorreu depois que ele se recusou a se reconciliar com Guise, que já havia demonstrado comportamento violento no passado. O anúncio levou os investigadores a reexaminar o caso, uma vez que não houve denúncias anteriores de violência doméstica contra Kayo.

A promotoria continuará investigando as circunstâncias do ataque e a sequência dos disparos enquanto aguarda os resultados dos testes de balística. A situação é complicada pela morte de Guantai, o que obriga o Ministério Público a reavaliar completamente o caso, acrescentando-lhe uma nova vítima. Uma história trágica de violência.

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