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2027 Política é o signo político de Anibal Fernández com a visão de El Intransigente

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Anibal Fernández, líder peronista e ex-funcionário dos governos kirchneristas, falou nesta sexta-feira sobre sua relação com Horacio Rodríguez Lauretta. Fernández se autodenominou “amigo” do ex-chefe de governo de Buenos Aires, abrindo um sinal político de olho em 2027. Da mesma forma, criticou outros líderes do paradigma atual, incluindo Maximo Kirchner.

Em entrevista ao Infobae en Vivo, Fernández Rodríguez surpreendeu ao citar boas palavras sobre Lauretta, com quem mantém um longo relacionamento pessoal. “Sou amigo há muitos anos”, observou, lembrando-se de reuniões na casa de seu pai, na Avenida del Libertador, onde era repetidamente convidado a participar de “discussões”.

O ex-funcionário também utilizou o link para tirar dúvidas sobre sua carreira. “Já servi como ministro sob quatro presidentes, não deveria ser tão estúpido”, disse ele. Suas palavras chamaram a atenção do cenário político, pois não era comum lideranças peronistas destacarem publicamente lideranças de outros lugares, o que abriu uma leitura de possíveis pontes.

Quem ele alvejou e quem lhe deu o polegar para baixo?

Além desse gesto, Fernandez foi muito rígido com outros líderes. Uma das principais questões foi dirigida à vice-presidente Victoria Villaruel, que a rejeitou categoricamente: “Não tem nada a ver connosco”, garantiu. Segundo sua visão, o ex-ministro sustentou que não dividiria espaço político com quem ocupasse cargos ligados a opressores. “Se meu lugar aceitasse esses termos, eu não estaria lá”, observou ele.

Ele também tinha como alvo o pastor Dante Gebel, a quem descartou como figura política. “Não o conheço e acho que é uma inovação”, disse, referindo-se às reformas que o colocariam no cenário eleitoral. A nível interno, reconheceu as suas diferenças com Maximo Kirchner, embora tenha deixado claro que não eram pessoais, mas sim políticas. “São difíceis de resolver”, admite.

PASO, liderança e a definição de eleições fortes

Num outro segmento, Fernández referiu-se ao debate sobre a reforma eleitoral promovida pelo presidente Javier Mili, que incluiria a eliminação da PASO, e discordou dessa iniciativa. Segundo explica, as primárias permitem organizar a concorrência interna com regras claras e financiamento regulado. “Eliminá-los não resolve nada”, disse ele, e alertou que sem o sistema o financiamento permaneceria nas mãos de atores desconhecidos.

Quanto à liderança do peronismo, Axel Kisilof, governador da província de Buenos Aires, destaca-se como uma das principais referências. No entanto, ele evita definições precipitadas e afirma que o espaço deve construir consenso antes de eleger candidatos. Por fim, disse: “Não tenho dúvidas de que a oposição vencerá em 2027”. Segundo explica, esta avaliação baseia-se na insatisfação com o atual contexto social e rumo do país.



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