O instrutor de bungee jumping acusado de matar um jovem estudante que caiu 40 metros até a morte sem corda no Brasil foi visto em um vídeo ressurgido fazendo um salto terrível da ponte condenada com uma criança.
Três treinadores – Luis Felipe Feliciano Egoroff, 32, Vitor de Freitas Gonçalves, 27, e Maicon Fernandes Cintra, 42 – foram acusados de homicídio relacionado à morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21, em Limeira, perto de São Paulo. Ele relatou à Globo.
O trio parece ser os três instrutores em um vídeo viral. Eles jogaram Rodrigues de Freitas solto da “Ponte do Esqueleto” para a morte, depois de esquecer de amarrar a corda no sábado.
Antes de sua prisão, Egoroff postava frequentemente vídeos nas redes sociais mostrando acrobacias aterrorizantes de bungee jumping na extinta linha ferroviária. O Daily Mail relatou isso pela primeira vez.
Um vídeo aterrorizante de 2023 mostrou um menino segurando uma corda elástica com uma das mãos enquanto segurava seu pescoço. Ele então corre pela beira da ponte com a criança.
“Vamos acabar com essas práticas estranhas! Vamos responsabilizá-los por seus crimes!” um usuário comentou abaixo do vídeo.
“Totalmente irresponsável”, disse outro usuário.
Outros vídeos e fotos do Instagram mostram o instrutor temerário parado casualmente em uma encosta de montanha quase inexistente e voando casualmente pelo ar após saltar de bungee jumping dos pilares da ponte.
Ao perceber o que havia acontecido com Rodrigues de Freitas enquanto sua noiva, horrorizada, observava, dois dos instrutores fugiram, mas acabaram sendo perseguidos por um helicóptero militar.
A deputada Andréa Dantas Levy disse ao O Globo que a dupla de suspeitos passou por “apagões” e não se lembrava de ter amarrado a importante corda de segurança antes de o estudante ser arremessado da ponte de 130 metros.
Seu advogado de defesa Ele disse à mídia brasileira Ele disse que os três instrutores têm experiência na área e que há anos não sofrem nenhuma morte durante o serviço.
Outros três funcionários que distribuíam pulseiras aos clientes na tenda ao lado da área de saltos foram libertados após serem detidos.
Rodrigues de Freitas foi visto carregando uma câmera 360 graus; A empresa de bungee jumping não licenciada forneceu US$ 30 adicionais além dos US$ 36 exigidos para o salto antes de seu mergulho fatal.
Porém, segundo a mídia brasileira, essa câmera não estava debaixo da ponte.
Houve homenagens após a morte chocante de Rodrigues de Freitas.
“Minha querida filha, só hoje tive vontade de te abraçar mais de mil vezes”, escreveu a mãe nas redes sociais. Estadão do Brasil.
“Como estou triste em ver você partir. Te amo para sempre, minha princesa. E muito obrigada por fazer parte da minha vida nesses 21 anos. Que honra foi ouvir você me chamar de mãe. Obrigada, Deus, por esse privilégio.”
Momentos antes do salto, Rodrigues de Freitas postou no Instagram: “Quem foi o maluco que me deixou pular da ponte?” Ele compartilhou uma postagem perguntando: