O ornitólogo holandês Leo Schilperoord teria sido identificado como o paciente zero do surto de hantavírus em MV Hôndio. Aparentemente, ele foi contaminado pela inalação de partículas fecais de camundongos pigmeus de cauda longa do arrozal.
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O ornitólogo viajava pela América do Sul com a esposa, Mirjam Schilperoord, no momento da contaminação. Segundo as informações obtidas, o segundo pretendia observar aves. Correio de Nova York.
Durante a sua visita à Argentina no dia 27 de março, visitaram um aterro cheio de resíduos que os habitantes locais evitam em grande parte.
Este último, porém, é popular entre os observadores de pássaros que se deslocam até lá para observar o caracará-de-garganta-branca, chamado caracará de Darwin.
As autoridades argentinas suspeitam que o casal possa ter inalado partículas fecais de ratos pigmeus de cauda longa do arrozal. Segundo a mídia americana, essas fezes carregavam a variante do hantavírus, que pode ser transmitida de pessoa para pessoa.
1assim Dois holandeses fizeram MV em abril HôndioEle estava acompanhado por outros 112 passageiros.
Em 6 de abril, Leo Schilperoord notou os primeiros sintomas do vírus: febre, dor de cabeça, dor de estômago e diarreia. Ele morreu no barco cinco dias depois.
Sua esposa deixou o barco enquanto seu estado era crítico. Ele tentou voltar para a Holanda, mas morreu antes de chegar lá.



