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Polêmica sobre venda de ímãs perigosos: Temu se defende após adolescente hospitalizado na Nova Zelândia

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A plataforma asiática de vendas online Temu garantiu na segunda-feira que os ímãs vendidos em seu site estão em conformidade com os regulamentos da Nova Zelândia, depois que um adolescente de 13 anos submetido a uma cirurgia engoliu quase uma centena de ímãs.

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Depois de lançar uma investigação interna e entrar em contato com o New Zealand Medical Journal (NZMJ), revista médica que relatou o incidente na sexta-feira, a plataforma disse que Temu “não foi capaz de confirmar” que os ímãs foram comprados em seu site.

Segundo o NZMJ, o jovem afirmou que estes ímanes, cujo tipo está proibido na Nova Zelândia desde janeiro de 2013, foram adquiridos à Temu.

“Por precaução, examinamos a foto dos ímãs publicada no jornal e comparamos as páginas com produtos similares disponíveis em nossa plataforma”, disse Temu em comunicado enviado à AFP em Paris.

De acordo com a plataforma, “Os ímãs atualmente à venda cumprem os regulamentos da Nova Zelândia e produtos semelhantes também são vendidos em outras plataformas de vendas online e nas lojas”.

Temu, propriedade da gigante chinesa do comércio eletrónico PDD Holdings, lembra que embora estes produtos possam ser vendidos, “eles podem representar um perigo se ingeridos”.

O adolescente foi submetido a uma cirurgia há uma semana e teve várias seções necróticas de seus intestinos removidas após engolir de 80 a 100 poderosos ímãs de neodímio medindo aproximadamente 5×2 mm, disse a revista médica. Desde então, ele conseguiu voltar para casa.

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