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Mais tensão nos EUA por causa da carne argentina

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Expansão da cota Carne argentina um EUA Isto abriu uma frente inesperada para Donald Trump. Medido estresse O mercado foi marcado por preços recordes e protestos de fazendeiros e legisladores democratas. Os críticos falam de confusão e do impacto sobre os pequenos produtores. O governo insistiu na estabilização dos preços.

Fazendeiros e legisladores criticaram a medida

Washington decidiu aumentar a cota anual de 20 mil para 80 mil toneladas. Além disso, eliminou a tarifa de 10% que era aplicável até agora. A resposta foi imediata. As associações de pecuária alertaram que isso afetará os pequenos produtores. Os legisladores democratas alegaram que a medida criou “confusão” no mercado.

A carta, assinada por 50 membros do Congresso, chegou ao Departamento de Agricultura e ao Gabinete do Representante Comercial. Lá eles acusaram Trump de “ajudar a Argentina”. Eles também sugeriram ao presidente Xavier Miley Ele é um “líder terrorista”. Os signatários sublinharam que esta mudança desestabilizou os preços e causará maior volatilidade na produção pecuária no futuro.

As associações alertaram que os custos de produção de carne na Argentina estão aumentando constantemente. Eles garantiram que os preços recebidos pelos produtores cairiam. A National Cattlemen’s Beef Association afirma que a situação ameaça as fazendas familiares. “Isso coloca nossas comunidades rurais em risco”, disse a organização.

Trump defendeu a decisão e mirou em refrigeradores

Trump respondeu a isso em sua rede social. Os pecuaristas “também precisam baixar seus preços”, observou ele. “Os produtores são igualmente importantes” para os consumidores, disse ele. Ele lembrou que as tarifas sobre a carne brasileira favoreceram a pecuária local.

O presidente ordenou uma investigação em quatro grandes fábricas de processamento de carne. São elas Tyson Foods, JBS USA, Cargill e National Beef. Juntos concentram mais de 80% do abastecimento nacional. Esta medida surge num momento delicado. O rebanho bovino americano atingiu mínimos históricos recentemente, na década de 1950.

O conflito intensificou-se em estados pecuários como Texas, Nebraska e Dakota do Sul. Houve protestos e pedidos de reuniões com funcionários do USDA e do USTR. Os legisladores querem saber os detalhes do acordo com a Argentina. Estão também a explorar formas de limitar a entrada de carne importada.

O governo afirma que a expansão tentará estabilizar os preços da carne argentina diante da inflação. Ele garantiu que haverá controles sanitários rigorosos. Enquanto isso, a disputa permanece aberta. O debate acrescenta um novo capítulo à tensão entre a Casa Branca e a indústria pecuária.



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