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Em meio à guerra no Irã, passagem de Rafah reabre para movimento palestino limitado

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A passagem de Rafah, entre Gaza e o Egito, foi reaberta para um número limitado de pessoas na quinta-feira, a primeira medida desse tipo desde a última escalada das tensões de guerra no Irã, após ataques a Israel.

A passagem foi reaberta em ambas as direções, mas apenas para um grupo limitado, segundo autoridades egípcias e fontes humanitárias.

Os pacientes palestinianos são autorizados a ir ao Egipto para tratamento médico, enquanto algumas pessoas retidas podem regressar a Gaza.

Nas imagens publicadas nos meios de comunicação egípcios, verifica-se que um pequeno número de palestinianos, incluindo aqueles que recebem tratamento, se preparam para atravessar a fronteira. Ambulâncias também foram estacionadas na fronteira para transportar pacientes vindos de Gaza.

Condições rigorosas e monitoramento

A reabertura vem com condições estritas. Israel já havia anunciado que a travessia só retomaria as operações em coordenação com o Egito depois que os requisitos de segurança fossem cumpridos.

Todos os viajantes estão sujeitos à aprovação israelita e são realizados rastreios adicionais em áreas controladas pelos militares israelitas em Gaza. A União Europeia também enviou uma missão de assistência fronteiriça para monitorizar as atividades na passagem e garantir o cumprimento dos protocolos de segurança.

História por trás do fechamento

A passagem de Rafah foi fechada várias vezes desde que o conflito entre Israel e o Hamas se intensificou. Reabriu brevemente no início de fevereiro devido ao movimento limitado, mas foi fechado novamente no final do mesmo mês após novos desenvolvimentos regionais.

Na sequência dos ataques ao Irão, Israel fechou todos os pontos de passagem, restringindo ainda mais a circulação de pessoas e mercadorias. Embora a passagem de Kerem Shalom, controlada por Israel, tenha sido posteriormente reaberta para ajuda humanitária limitada, Rafah permaneceu em grande parte inacessível até agora.

Linha de vida para cuidados médicos e famílias

Para muitas pessoas em Gaza, a passagem de Rafah é uma tábua de salvação vital. É uma das poucas maneiras pelas quais os pacientes podem acessar cuidados médicos fora da região. Isto também é importante para famílias separadas por conflitos e oferece uma rara oportunidade de reencontro.

No entanto, mesmo que reabra, apenas um pequeno número de pessoas poderá passar. Os relatórios sugerem que o limite diário cobre cerca de 50 pacientes que entram no Egipto, cada um acompanhado por, no máximo, dois familiares, e existe um limite semelhante para aqueles que regressam a Gaza.

Os desafios continuam

Aqueles que atravessaram a rua em aberturas anteriores relataram ter enfrentado extensas verificações de segurança e interrogatórios. A capacidade limitada e as regras rigorosas significam que muitas pessoas necessitadas ainda não podem viajar.

Embora a reabertura proporcione algum alívio, também destaca os atuais desafios humanitários em Gaza. O acesso é rigidamente controlado e milhares de pessoas continuam aguardando permissão para passar por motivos médicos ou pessoais.

(via entradas AFP)

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