Representantes nacionais negros União pela Pátria La Rioja expressou seu forte apoio ao governador, Ricardo QuintelaApós a denúncia-crime apresentada pelo Ministério Público Carlos Stornelli. Em comunicado oficial, os legisladores descreveram a ação judicial como uma ferramenta “Disciplina Política”. Segundo a aliança da oposição, o objectivo é punir os líderes regionais que continuam a criticar as políticas do presidente. Xavier Miley.
Um grupo de legisladores manifestou a sua total solidariedade com o presidente riojano, garantindo que um líder não pode ser perseguido pelas suas ideias. Eles acreditam que a queixa faz parte de uma estratégia mais ampla de assédio contra províncias que não estão sob autoridade central. “Na Argentina democrática, um líder regional não pode ser processado pela sua posição política”refere-se ao texto.
Condenaram a “violência política” contra Quintela
Os representantes do povo disseram “Um novo episódio de expurgo político contra líderes que expressam posições críticas” Contra o atual governo nacional. Quanto à aliança, este não é um verdadeiro debate jurídico, mas uma utilização do sistema jurídico para pressionar os governadores.
A declaração destacou que tais ações estão destruindo o sistema republicano e o federalismo no país. Segundo os representantes: “O Judiciário de opiniões políticas constitui um mecanismo de pressão contrário a um sistema democrático”. Além disso, questionam se estas iniciativas partem de atores judiciais cujas ações são destacadas pela proximidade com os interesses políticos atuais.
Por fim, alertaram que se o governo tentasse silenciar vozes críticas através de denúncias criminais, poderia prejudicar a saúde das instituições. Os legisladores dizem que a prática faz parte de um plano para perseguir aqueles que discordam das decisões do governo central, sem questioná-los.
? • #Anúncio | Solidariedade ao Governador Ricardo Quintela na sequência de uma nova repressão judicial para disciplinar os líderes da oposição.
— Deputados da UP (@Diputados_UxP) 26 de fevereiro de 2026
Críticas ao governo nacional por “internalizar” as províncias
Por outro lado, os deputados elencaram uma série de ações executivas nacionais que consideraram ataques diretos à autonomia das províncias. Entre eles eles mencionaram “Retenção e supressão de fundos apropriados às províncias por lei”. Além disso, acusaram o governo de pressionar as províncias e condenaram a paralisia Obras públicas em todo o território nacional.
Para o bloco União pela PátriaÉ surpreendente que se fale de rupturas institucionais devido a declarações jornalísticas quando o próprio governo toma decisões arbitrárias que afectam o país. Citam a tentativa de governar por decreto e a centralização de poderes extraordinários como exemplos de tratamento que ignora o Congresso e o sistema provincial.
A nota conclui sugerindo que estas decisões representam uma perigosa concentração de poder. “Retirada de Poderes Territoriais”. Os deputados rejeitam a desqualificação e a humilhação permanente de quem pensa diferente, reiterando que a dissidência é a base da convivência democrática.



