Sem dúvida Marina Calabro É uma das jornalistas mais qualificadas da televisão argentina. Ele sempre tem em mãos todas as informações sobre o que se passa na vida das pessoas mais escandalosas do show business e não tem medo de comunicá-las.
Sem se desviar, Marina Calabro Ele surpreendeu o público com sua revelação sobre um escândalo familiar Marcelo Tinelli. Após a denúncia de Juanita Tinelli Por causa das ameaças telefônicas, ela culpou o pai pelas más decisões de negócios que ele tomou no passado, a jornalista explicou como o caso iria prosseguir.
“Quadro da situação, a primeira coisa que a promotoria faz é pedir a Juana Tinelli que entregue o celular. É fundamental entregar o celular, mas ela se recusa a entregar o celular, ela é a vítima e você não pode forçá-la.
Mas Juanita Tinelli Ele não esteve presente em nenhum caso para verificar a denúncia, então a Justiça teve que seguir o caminho inverso. “O Ministério Público precisava apoiar a denúncia com testemunhas então ligaram para Marcelo Tinelli, ligaram para ele sob ameaça. Me disseram que ele pediu para depor via Zoom e o Ministério Público disse que não”, disse. Marina Calabro.
“Há um empurra-empurra, Marcelo está ligando para saber se pode, mas não, o anúncio tem que ser pessoal. É um encontro pessoal na próxima semana. Perguntei à minha fonte sênior se ele ia e a resposta do oficial de justiça foi ‘ele deveria vir’. Ser testemunha é uma cobrança pública”, continuou o jornalista.
o que é Marina Calabro O seguinte não é uma boa notícia Marcelo Tinelli, E se o motorista não comparecer para testemunhar, as consequências podem ser terríveis. “Podem procurá-lo junto ao poder público, mas não o que o Ministério Público quer. Para ele nem importa, imagine o escândalo”, atirou.
“As autoridades me disseram que estavam irritadas e frustradas com a situação geral. Os advogados de Gustavo Scaglione (sobre as acusações de ameaça) se ofereceram para comparecer repentinamente, mas disseram que não porque ele não foi acusado. Poderia ir para um caso registrado porque o crime não existia, poderia ser porque não havia provas ou porque a ameaça não existia”, disse. Marina Calabro.



