O epidemiologista Hugo Pizzi expressou algumas observações sobre o impacto da gripe H3N2 durante conversa com a Rádio Panorama.
Durante a conversa com Rádio PanoramaEpidemiologista Dr. Hugo Pizzi Ele menciona a circulação de Gripe H3N2Apelidado de “supergripe” nos meios de comunicação social, alertou para a complexidade da situação, embora tenha insistido que existem ferramentas concretas para mitigar o seu impacto.
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Depois disso os problemas de saúde pioraram Casos dobram em uma semana e confirmado Primeira morte no paísDe acordo com um homem 74 anos Na província Mendoza.
Pizzi ressalta que a doença também pode afetar gravemente adultos jovens sem fatores de risco. Como exemplo, ele citou um caso que aconteceu La Calera, Córdoba: “Um caso foi de uma amiga minha, uma mulher de 39 anos, atleta, que estava com muita dor de cabeça, febre muito alta, não conseguia levantar os braços e estava muito cansada”.
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Embora seja uma condição complexa, a prevenção é fundamental, frisou o especialista. “É obviamente complicado, mas a solução está ao nosso alcance. Não fiquemos indiferentes e prestemos atenção às instruções”, disse. Ele se lembrou nesse sentido As vacinas já foram adquiridas e na chegada Não há necessidade de esperar a chegada do primeiro frio para aplicá-los.
Além disso, enfatizou a necessidade Retomar hábitos de cuidado Incluído durante a pandemia. “Temos que voltar aos cuidados que tínhamos Europa O problema é que as pessoas tossem nas mãos, entram no ônibus e deixam o vírus lá por algumas horas ou na maçaneta da porta. Tossir na dobra do cotovelo é fundamental”, explica.
Por fim, Pizzi enfatizou que as autoridades sanitárias emitem alertas permanentes sobre o avanço do vírus e reiterou que a situação é necessária. Cuidado e responsabilidade social. “É uma situação complicada, todos os avisos estão a ser dados”, concluiu.



