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Semana chave para Axel Kicillof e La Cámpora

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A próxima semana marca um ponto crítico para a administração Axel Kisiloff. Início da discussão Orçamento de Buenos Aires fundou e iniciou uma luta política CamporaPrefeitos e blocos de oposição. O governo buscará consenso para evitar atrasos na aprovação.

Primeiras tensões antes do debate

O executivo enviou o projeto com estimativa de custo superior à do ano passado. O documento inclui atualizações sobre obras públicas, financiamento dos municípios e políticas sociais. A oposição questionou os valores e exigiu revisão das projeções financeiras. Legisladores de diversas áreas sugeriram que haja uma análise abrangente das comissões.

La Compora desempenhou um papel activo nos esforços internos do partido no poder. Os seus líderes tentam manter uma coligação e garantir apoio em votações importantes. Fechar líderes Axel Kisiloff Ressaltaram que o governador deseja o tratamento “sem demora” para evitar tensões no final do ano.

Os prefeitos peronistas também acompanharam de perto a agenda legislativa. Muitos disseram que a discussão sobre os fundos municipais seria um ponto delicado. Pediram que os padrões de equidade distributiva fossem mantidos e que os bens essenciais não fossem reduzidos.

A oposição preparou a sua própria estratégia

Os partidos da oposição concordaram em ir juntos na primeira fase da discussão. Seus representantes apontaram a necessidade de ajuste nos números financeiros e previram um tom mais firme no debate. Espera-se que alguns legisladores exijam mais transparência nos montantes atribuídos às infra-estruturas.

Paralelamente, economistas contactados por vários meios de comunicação questionaram o nível de dívida planeado. Argumentaram que o governo deveria explicar como cobrirá os compromissos se as arrecadações não melhorarem. Governo de Xavier Miley Foi respondido que o esquema financeiro é “estável” e se ajusta ao contexto económico.

As discussões finais dependerão dos detalhes discutidos no comitê. Os pareceres anteriores dão o impulso ao debate e definem se o orçamento avança com consenso ou se fica atolado em divergências políticas. O partido no poder está confiante de que haverá acordos, mesmo que reconheça que serão barulhentos.

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