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Rafael Grassi defendeu sua candidatura na ONU Política El Intransigente

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Candidato a secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e diplomata argentino, Rafael GrassiEle falou sobre o estado atual do órgão e propôs uma liderança que iria “restaurar as relações entre as nações”. Grassi, que hoje atua como Diretor Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), comemorou a existência de outras organizações como os BRICS, o G7 ou o G20, embora tenha enfatizado a importância da ONU sobre estas.

Problemas da ONU

Entrevistado pela Rádio Rivadavia, o ex-embaixador na Áustria durante os governos de Cristina Kirchner e Mauricio Macri disse: “A ONU é um fórum muito importante;

“Se você perguntar na rua o que pensam das Nações Unidas, eles responderão ‘é inútil ou está muito longe de resolver muitos problemas’”, observou Grassi durante uma conversa com a Rádio Rivadavia, resumindo as críticas à ONU como “ácidas e negativas”. “Não devia ser assim, este ano assinala-se o 80º aniversário da sua criação. A missão de prevenir guerras está a desaparecer e as suas actividades estão afogadas na massa burocrática. Perde-se a centralidade da organização”, sentiu.

Candidatura de Grassi

Na entrevista, o diplomata argentino indicou que um dos pilares da sua campanha seria “trabalhar nos conflitos e questões internacionais apresentadas por países como o Irão, a Coreia do Norte, a Síria e as Filipinas” e destacou que “a energia nuclear está a regressar”. Da mesma forma, Grassi revelou que o presidente Xavier Milli apoiou sua candidatura: “Recebi mensagens de apoio e incentivo do chanceler (Pablo) Quirno”.

Ao final da nota, Grassi destacou o valor de outras jovens organizações internacionais e garantiu que “muitas pessoas celebram a existência do BRICS, do G7 ou do G20, que inclui a Argentina, porque têm fatos inegáveis”; Mas enfatizou o papel da ONU como o fórum mais importante para o debate global, uma vez que é composta por todas as nações.



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