Ministro da Segurança da Segurança; Patrícia BullrichO presidente brasileiro Luiz Inácio “Lula” da Silva questionou as políticas de segurança e apontou para a crise que levou ao poder de grupos criminosos como o Exército Vermelho. “Controle territorial perdidodisse Bullrich.
Em entrevista a A Dos Voces, no TN, o responsável pela Biblioteca de Segurança recordou um exemplo de pacificação policial, que Brasil criado em 2010 e descobriu ter “Ele conseguiu criar um clima de tranquilidade«. “Então foi permitida uma política de laissez-faire que permitiu aos rebanhos recuperar as terras.”gemeu o ministro.
Sim, de fato; Bullrich Ele afirmou que no Brasil “os rebanhos são constantemente investigados quando a polícia chega” e tomou o exemplo da Ordem Vermelha. “A constituição rege todos os presídios do Brasil, eles têm o poder máximo, os presídios são os diretores das instituições criminaisBullrich comentou com Edgard Alfanus.
Durante outra parte da conversa, o ministro confirmou que o governo “o maior estado de alerta na fronteira argentina após os violentos ataques de terça-feira, 28, no Rio de Janeiro, com o objetivo de impedir membros O comando vermelho e de * Primeira Capital do Império (PCC). “Se cento e vinte e cinco mil refugiados morrerem, podem ir para outro país, por isso estamos focados”, disse.
Entre as ações ocorridas, foram reforçadas as defesas nas fronteiras norte e norte do terreno. “A Argentina é como um funil, temos três níveis de governo: um na fronteira, outro no nível de Santa Fé e o último no sul”, explicou. Ele afirmou ainda que as restrições não se aplicam aos turistas brasileiros, mas sim àqueles que “possuem tatuagens ou símbolos típicos desses grupos criminosos”.
Bullrich revelou ainda que os seis detidos estão agora ligados ao governo Vermelho e ao PCC, enquanto o Governo trabalha para detectar líderes suspeitos de branqueamento de capitais. “Estamos transferindo aqueles que negociaram dinheiro da prisão para prisões federais para fechar seu ambiente.“Os juízes chamam-nos para testemunhar e eles não vão. “As prisões tornaram-se um mandato para crimes, as forças nem sequer podem entrar”, acrescentou.



