Óscar AgaudEx-ministro proteção Da UCR, a nomeação foi descrita como “ousada”. Carlos Prestí À frente do ministério. Ele disse que não via tal ato desde “a época do processo militar”. Salientou que a decisão de Javier Miele suscitou dúvidas sobre deveres e poderes e apelou a uma atualização da lei de defesa.
As críticas chegam à decisão que nunca foi tomada há décadas
Oscar Aguad considera a chegada de Carlos Presti ao Ministério da Defesa uma virada histórica. Ele disse que tal decisão não se via em anos de ditadura. Ele esclareceu que foi um “movimento político do presidente”, mas levanta dúvidas sobre a ordem de comando.
Aguad disse Ministério da Defesa Tem dois planos diferentes. Uma é a política de defesa e a outra é a administração do aparelho militar. Ele mencionou que as duas funções deveriam ser mantidas separadas. Ele sugere que o status de oficial militar ativo pode combinar essas áreas e influenciar a gestão estratégica.
Um aviso da linha militar de Presti
O ex-ministro destacou que Presti assumirá o cargo com o posto mais alto do Exército. Ele lembrou que o tenente-general era o posto mais alto das forças armadas. Por isso alertou que o papel do Comandante-em-Chefe será limitado. Segundo Aguad, esta função tem outro objetivo e deve manter a independência.
Na sua análise, a centralização da hierarquia e da liderança política numa única pessoa pode alterar o funcionamento do ministério. Disse que este não era o caso nos governos democráticos desde 1983. Salientou que a estrutura actual foi desenhada para que a liderança cívica ditasse a estratégia.
Reivindicação para atualizar a lei de defesa
Agud enfatizou que o país precisa de uma reforma legislativa profunda. Ele argumenta que “o mundo mudou” nos últimos vinte anos. Ele mencionou ameaças como terrorismo, segurança cibernética e tráfico de drogas. Assegurou que estes desafios exigem um olhar moderno sobre a política de defesa.
O ex-ministro enfatizou que as alianças internacionais são fundamentais para uma estratégia eficaz. Ele disse que o país deve trabalhar com uma perspectiva de longo prazo. Ele também enfatizou que deveria haver um roteiro claro para a liderança política que fosse limitado no tempo.
Críticas ao imediatismo da Argentina
Oscar Agwad questionou as constantes mudanças de orientação entre os governos. Ele garantiu que esta instabilidade retardaria o desenvolvimento da política estatal. Salientou que sem acordos permanentes não é possível avançar na modernização ou na integração internacional. Ele conclui que as diferenças ideológicas entre as administrações explicam a falta de continuidade.



