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O Senado adiou a posse de Lorena Villaverde

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Lorena Villaverde Ela não tomou posse nesta sexta e continuará sendo a única senadora eleita a não tomar posse. Os Blackheads concordaram em enviá-los Diploma para Comissão Assuntos constitucionais para revisão após 10 de dezembro. A decisão tomou forma numa reunião com Victoria Villarruel e surpreendeu os legisladores, conforme confirmado por fontes parlamentares.

Revisão do caso Villaverde no Senado

O Senado decidiu anular o diploma de Lorena Villaverde e impedir que ela fosse empossada durante a sessão preparatória. A decisão modificou o cenário planejado horas antes de o representante do Rio Negro ser considerado detentor dos votos necessários para assumir o cargo. No entanto, os blocos concordaram em devolver o seu caso à comissão para uma análise mais aprofundada.

O acordo foi alcançado em reunião presidida pela vice-presidente Victoria Villaruel. Nessa reunião, os Blackheads levantaram dúvidas sobre a situação jurídica de Villaverde. O senador eleito enfrenta questionamentos sobre um caso de tráfico de drogas iniciado nos Estados Unidos em 2002 e supostas ligações com o empresário Claudio Ciccarelli envolvendo Federico “Fred” Machado.

A decisão foi uma surpresa, pois até as fileiras do Kirchnerismo admitiram que seria difícil para eles impedir a sua entrada. No entanto, o progresso dos desafios motivou uma revisão. A PJ de Rio Negro apresentou um escrito indicando que Villaverde havia sido submetido a ameaças e intimidações contra jornalistas e advogados que divulgaram sua trajetória jurídica.

Desafios e uma nova agenda legislativa

Além do caso Villaverde, a Câmara recebeu outras duas impugnações contra Martin Soria e Jorge Kapitanich. Ambos conseguiram a validação dos seus diplomas sem grandes objeções. Por outro lado, apenas Río Negro ficou isento do processo de posse da nova legislatura.

O regulamento do Senado garante que os legisladores eleitos participem na sessão preparatória e possam votar os diplomas dos seus pares, exceto os seus. Nesta ocasião, Villaverde foi impedido de prestar juramento e não pôde ser substituído até que a comissão concluísse a análise do processo.

A revisão será retomada após 10 de dezembro, quando a nova câmara for formada. Até lá, os blocos deverão definir se um senador eleito atende aos requisitos constitucionais para ocupar o cargo. O contexto político e o conteúdo do acórdão determinam o caminho a seguir.

Um Senado reconstituído em um ano crucial

O panorama legislativo também mostrou mudanças na distribuição de forças. Union pour la Patria terá 24 cadeiras e La Libertad Avanza terá 20 senadores. UCR adiciona 10 delegados PRÓCinco. Os blocos provinciais marcam presença com a Conquisión Federal, a Frente Renovador de la Concordia, Por Santa Cruz, La Nuquinidad e outras expressões locais.

A definição de Villaverde está pendente durante a transição no Senado. O seu futuro político depende do parecer da Comissão de Assuntos Constitucionais e do acordo final entre as alianças. Até então, sua posse estará suspensa.

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