com negócios US$ 422,2 milhõesApesar da sazonalidade do comércio exterior, do maior volume no primeiro trimestre, o dólar no atacado subiu dez pesos e fechou a venda em US$ 1.380,50, o que significa que quatro rodadas consecutivas de queda foram interrompidas.
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A taxa de câmbio interbancária atingiu um Mínimo $ 1.360O valor mais baixo desde 29 de setembro, e mesmo com a recuperação de hoje, caiu para 66,50 pesos, o equivalente a 4,6% em fevereiro. Até agora, em 2026, a queda atingiu 74,50 pesos, 5,1%.
Ele é Banco Central A faixa estabeleceu um teto de US$ 1.602,24 por dia no esquema, o que ainda deixa o atacadista em 221,74 pesos, ou 16,1%, do limite flutuante superior. No setor varejista, o dólar público também avançou dez pesos, sendo negociado a US$ 1.400. Banco Nacional. O dólar subiu cinco pesos, para US$ 1.430, e se tornou o segundo mais caro depois da liquidação em dinheiro abaixo de US$ 1.450.
Lançamento de novo título governamental
Nesta quarta-feira, o governo lançou um novo título em dólar, com o objetivo de arrecadar até US$ 2 bilhões no primeiro semestre. O instrumento, identificado como AL27, será lançado num leilão agendado do Tesouro para 25 de fevereiro e terá como objetivo a captação de moeda estrangeira para fazer face aos vencimentos da dívida em moeda estrangeira previstos para julho de 2026.
O Secretário de Finanças O programa de emissão supostamente inclui colocações de duas semanas de até US$ 150 milhões cada. Além disso, uma segunda rodada é lançada no dia seguinte a cada leilão, o que permite arrecadar o valor até US$ 100 milhões além do preço de corte definido na licitação.
O título vence em 29 de outubro de 2027 e paga taxa nominal anual de 6% com juros compostos mensalmente. O valor final do título é definido por mecanismo de licitação e suas negociações limitam-se ao mercado local.
de Ministério das Finanças Explicaram que os recursos obtidos serão utilizados para pagar o capital dos títulos em dólares com vencimento em julho do próximo ano e para pagar compromissos superiores a US$ 4 bilhões com credores privados.
O calendário oficial prevê pagamentos mensais em dólares por mês em datas já definidas no esquema divulgado pelo governo até 2026 e outubro de 2027. Esta estratégia faz parte do planeamento fiscal que visa reforçar a disponibilidade de moeda estrangeira e cobrir o passivo externo sem recorrer a problemas imediatos nos mercados internacionais.


