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O caso ANDIS adicionou um pedido importante de um ex-funcionário

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O Causa dos Andes Adicionado um novo capítulo após um Ex-funcionário público Faça um pedido Garra. Ornella Calvet implorou ao juiz para removê-lo. A ex-funcionária negou qualquer envolvimento nos acontecimentos investigados e disse que seu papel não teve influência na empresa.

A apresentação está inserida em um arquivo que analisa práticas corruptas na Agência Nacional para Deficientes. Neste enquadramento, Calvet afirmou que não intervém nas decisões nesta área nem mantém relações com fornecedores. Além disso, ele apontou seu momento Ministério das Finanças Não inclui funções relacionadas ao sistema de saúde.

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A ex-funcionária explicou que nunca esteve envolvida em procedimentos, reuniões ou contactos ligados à ANDIS. Segundo ele, seu nome aparece no processo apenas por causa do vínculo familiar com outro réu. Por isso, pediu ao ministro que avaliasse pessoalmente a sua situação processual.

Fonte de dinheiro encontrada

Um dos principais pontos da redação é o dinheiro encontrado durante a batida no apartamento onde ele morava. Calvet sustentou que os fundos não lhe pertenciam e eram propriedade de uma empresa da qual seu pai era acionista. Ele também esclareceu que havia dinheiro no imóvel antes de sua mudança.

Desse ponto de vista, explicou que não sabia o montante exato e que os fundos nunca lhe foram disponibilizados. Além disso, indicou que o acionista da empresa INDECOMM SRL reclamou o dinheiro por meios legais e comprovou a sua origem legal. “Nunca toquei ou possuí esse dinheiro”, disse ele em sua apresentação.

Outro eixo de defesa refere-se às mensagens do WhatsApp embutidas no arquivo. Calvet garante que essas conversas não têm relação com a ANDIS ou fornecedores estatais. Segundo explicou, as trocas representavam um possível negócio de importação de agroquímicos.

Relacionamento com mensagens e causa

Neste contexto, destacou, o termo “carreira a comissão” foi usado em tom de brincadeira. Além disso, argumentou que uma referência séria à comissão ilegal não faria sentido no contexto da exposição pública. Por esse motivo, questionou a interpretação dessas mensagens pelo Ministério Público.

O ex-funcionário também negou vínculos empregatícios ou societários com empresas do setor da saúde. Ele alegou que nunca havia celebrado acordos com o Estado para medicamentos ou suprimentos médicos. Paralelamente, descreveu uma relação pessoal complicada com o pai e negou qualquer conhecimento das suas alegadas atividades. Ao encerrar a carta, Calvet reiterou que não teve envolvimento nos incidentes investigados.



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