Clima político em Boca À medida que a temperatura aumenta, as vozes da oposição também ficam mais altas. Nesse contexto, José Beraldi Voltou a dirigir-se ao presente do clube e deixou vários esclarecimentos sobre a atual gestão Juan Román Riquelme.
Num cenário marcado por questões desportivas e organizacionais, o dirigente Xeneize analisou a situação e opinou sobre o funcionamento do clube.
Em conversa com Medidor de rádio, Beraldi é contundente ao se referir ao presente institucional: “A boca organizacional deve ser reorganizada“Da mesma forma, ele disse:”O Boca está fechado hoje, não está aberto aos sócios como antes“Além disso, ele apontou o oposto direto Riquelme Marcando: “Não sei se isso o machuca ou não, mas ele está lidando mal por causa da falta de experiência. Ele não permitiria que o acompanhassem, que o ajudassem. Ele não se cercava bem e não creio que se permitisse ser cercado.”.
Sem baixar a voz, o dirigente intensificou as críticas e soltou frases ainda mais fortes sobre o momento do clube: “Parte meu coração o desempenho do Boca depois de tanta glória. Estamos no meio de um fracasso desportivo e há fissuras enormes“. Ele também questionou decisões envolvendo sócios: “O Requelm não deixa muitos membros ficarem de fora, então os turistas tomam o seu lugar. Negócio é priorizado em vez de sócio e dinheiro não é para o Boca“Mesmo quando garante que não tem nada a ver com o atual presidente, ele é direto: não pode sentar-se.”Nem para tomar café”.
Beraldi lançou e confirmou sua candidatura
Além da crítica Beraldi Ele também esclareceu sua posição sobre o futuro político do clube. Sem rodeios, confirmou a intenção de disputar as próximas eleições e liderar o novo projeto institucional.
“Não estou debatendo o lugar, estou concorrendo à presidência: chegou a minha hora. Aqueles que desejarem aderir deverão comparecer incondicionalmente e não poderão ter seu nome acima do escudo. Quero ser presidente do Boca e estou trabalhando para isso“, esclareceu que a sua decisão já foi tomada.



