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Mas pelo menos quarenta e sete feridos se reuniram no centro de Lima

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Motins eclodiram esta quarta-feira no Peru, especialmente no centro Arquivosem uma turnê nacional. Os rebeldes e a Polícia Nacional (PNP) participaram confrontos à vista do Congresso. O Gabinete do Provedor de Justiça relatou 37 feridoenquanto o presidente José Jerí elevou o número para 47. Segundo o RPP, os resultados ainda estão em andamento.

Vários grupos juvenis e organizações sociais de diferentes partes de Lima reuniram-se em frente ao Congresso, na Avenida Abancay. O protesto procurou revogar as leis que, segundo os manifestantes, favorecem o crime organizado e repetir a mudança de autoridades no executivo e no legislativo.

Ao chegarem ao Cercado de Lima, os manifestantes foram confrontados pela Polícia Nacional Peruana (PNP), que utilizou balas de borracha e gás lacrimogêneo para dispersá-los.

Lesões e relatórios das autoridades

Segundo a Ouvidoria, 27 policiais e 11 manifestantes ficaram feridos. O presidente José Jerí indicou o número de fundos feridos em 47, enquanto o PNP mencionou que mais de 40 de suas forças ficaram feridas.

Fernando Lozada, deputado para a prevenção de conflitos sociais, explicou que os feridos apresentam ferimentos leves e nenhum deles corre perigo de vida. No entanto, vários jornalistas sofreram ferimentos causados ​​por balas e gás lacrimogéneo enquanto cobriam a viagem, segundo a Associação Nacional de Jornalistas.

Críticas às autoridades locais

Grande Lima; Renzo ReggiardoEle descreve a violência gerada pelos crimes que afetam a estrada. “Temos muitas provas. Todas as câmeras estão operacionais. Aqui estão os criminosos que estão se misturando ao protesto pacífico”, disse a RPP.

A PNP informou que até o momento três pessoas foram presas pelo crime. Os detidos permanecem na Divisão de Assuntos Sociais até que o devido processo seja concluído.

Situação atual e implantação da polícia

A multidão continuou até depois da meia-noite no cruzamento da Lampa com a Nicolas de Pierola. As forças policiais usaram a repressão seletiva para dispersar os manifestantes que ainda estavam no centro de Lima. A marcha também reuniu membros da Universidade dos Esportes, que participaram do protesto com diversos grupos sociais.

Os confrontos deixaram dezenas de feridos e diversas prisões em Lima. Os oficiais se posicionam para manter sua posição no centro da cidade.



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