Ele é Debate sobre a reforma trabalhista Começa o tratamento do governo nacional 10 de fevereiro no SenadoNo contexto de Sessões extraordináriasCom forte crossover entre, subiu nas horas finais Manuel Adorni S Axel Kisiloff. O chefe da Casa Civil respondeu duramente às críticas do governador de Buenos Aires, que questionou o projeto promovido pela administração. Xavier Miley.
A resposta de Adorni ao governador de Buenos Aires
Através de uma mensagem ampla XAdorni acusou Kisiloff de não ter lido o texto da iniciativa oficial. “Está claro que ele não teve tempo para ler o projeto de lei Modernização trabalhista“, foi lançado oficialmente e negou categoricamente que a proposta representasse a revogação dos direitos dos trabalhadores.
Nesse sentido, o Chefe da Casa Civil afirmou que ocorreu uma “genuína perda de direitos” na época Governos KirchneristasEle culpou o país por levá-lo a uma situação Inflação alta, Controle de preços, taxa de câmbio, Pressão tributária recorde E sob mais da metade da população linha de pobreza.
Adorni também usou a sua mensagem para rejeitar um dos eixos históricos do discurso de oposição: a dívida. Segundo ele, a atual gestão “alcançou Reduzir a dívida pública”, diferentemente das administrações anteriores, encerra sua publicação com um “final” contundente.
Caro Governador: É claro que o senhor não dedicou tempo à leitura do Projeto de Lei de Modernização Trabalhista, pois o absurdo que sugere não pode ser inferido de nenhum artigo. Lembro também nesta ocasião que há uma perda real de direitos… https://t.co/LxATn4mdEy
-Manuel Adorni (@madorni) 31 de janeiro de 2026
A crítica de Kisiloff à reforma trabalhista
As declarações do responsável nacional surgiram em resposta a um vídeo partilhado por Kisilof nas redes sociais, onde o líder regional questionou duramente o projecto do governo. Houve um alerta sobre as acusações Flexibilidade trabalhista e falou IncertezaPrincipalmente no que diz respeito ao regime de férias.
“O chefe decide quando você pode passar um, dois ou três dias”, diz Kisiloff, acrescentando que o esquema “não é liberdade, é Opressão”, enquadrando a iniciativa num contexto social marcado pela impossibilidade de muitas famílias fazerem uma pausa.
A reforma trabalhista de Milley nada teve a ver com a liberdade que ele proclamava. Se os trabalhadores e as famílias argentinas ficam sem direito ao descanso e às férias correspondentes, essa liberdade nada mais é do que discurso. pic.twitter.com/t7XiZ6RPJD
-Axel Kicillof (@Kicillofok) 30 de janeiro de 2026



