Presidente Xavier Miley Lançou cargas explosivas contra um setor imprensa Argentina, ele explicou abertamente “Jornalismo lixo”. A resposta do presidente surgiu depois de uma investigação internacional ter revelado como uma rede de influência russa injectou milhares de dólares para desacreditar a sua administração.
Através da sua conta X, gentileza Ele não deixa pedra sobre pedra ao se referir aos profissionais e empresas de mídia envolvidos na campanha. Para o chefe de Estado, o caso não é apenas um ato de espionagem, mas também expõe o lapso moral daqueles que aceitaram financiamento estrangeiro para publicar conteúdos maliciosos.
“Corrupção”: o ataque frontal de Miley
Em sua postagem, o presidente foi direto ao apontar a gravidade da ligação entre a espionagem e a disseminação de notícias falsas. gentileza Afirmou que o escândalo envolveu “jornalistas corruptos e traidores, o que não poupa editores e empregadores”.
Segundo ele, porque o vazamento desses documentos é necessário “Isso mostra do que é feita a maioria dos ‘jornalistas’ e da ‘mídia’”. O presidente vinculou directamente a ética dos comunicadores à intenção de serem subornados por interesses geopolíticos estrangeiros.
Jornalismo lixo
O mais importante num caso que liga a espionagem e a difusão de notícias falsas em casa (sem excluir editores e proprietários) a jornalistas corruptos e traidores não é apenas o facto em questão, mas também mostra de que madeira é feita a grande maioria.-Javier Milei (@JMilei) 4 de abril de 2026
Uma rede russa que financiou “notícias falsas”.
A indignação do presidente baseou-se na divulgação da empresa “A Companhia”. Esta rede está ligada a serviços de inteligência Rússia, Teria custado pelo menos US$ 283 mil para publicar mais de 250. Segundo relatos, os artigos foram publicados em 23 meios digitais argentinos entre junho e outubro de 2024.
A investigação revelou que em muitos casos foram feitas assinaturas através de perfis falsos sobre estes assuntos. O objetivo da campanha é apagar a imagem do gentilezaCríticas crescentes ao ajustamento económico e ao alinhamento com as potências ocidentais. O lado Ele confirmou que já identificou essas manobras e interveio na Justiça.
Guia oficial externo: a decisão contundente de Miley
Dado o que considerou ser a fragilidade moral do sistema de comunicação social, Milli reiterou a sua posição de cortar todo o financiamento estatal à imprensa. O presidente disse que “as diretrizes oficiais deveriam ser zero em todos os níveis porque parecem ser facilmente corrompidas”.
Para o líder libertário, retirar o dinheiro público dos meios de comunicação social não é apenas uma medida de austeridade, mas um meio de transparência política. Miley concluiu que o fim da diretriz oficial “evita muitas das manobras sujas da política”, protegendo o país contra o tipo de operações de desinformação que atualmente abala o jornalismo argentino.


