Heitor Daer eles apontaram contra Cristina Kirchner porque vejo que isso transparece depois do baile a derrota das eleições sobre o peronismo. “Todos estão surpreendidos, não agrada a ninguém”, disse o líder da CGT, que também elogiou a política eleitoral de Axel Kicillof e liderou as negociações com o governo para a reforma laboral.
Cristina Kirchner criticou as ações de Daer
O partido peronista interno tornou-se um período após a derrota nas eleições legislativas de 2025. Neste contexto, o secretário-geral da CGT, Héctor Daer, questiona Cristina Kirchner sobre a sua reação ao tomar conhecimento do acontecimento.
O dirigente da Federação da Saúde lembrou que presenciou um momento em que Fuerza Patria o defendeu, em La Plata. “Uma coisa é dizer olá, outra coisa é dançar. Acho que ninguém gostou. Quando me disseram: ‘Cristina está dançando na varanda’, não pude acreditar”, disse ele em entrevista ao Rádio com você.
“Cristina é uma pessoa inteligente. Ou adiou o gesto ou fez uma forma de saudação. Mas estávamos perdendo a eleição”, acrescentou Daer, que negou que fosse um desafio a outras partes do peronismo.
Análise dos resultados eleitorais
Daer também analisou a decisão de Axel Kicillof, que decidiu dividir as eleições nacionais em Buenos Aires. Segundo um sindicalista, esta decisão permitiu ao partido no poder manter o poder territorial.
“Garantimos o estudo do agradecimento dos conselhos e do poder na área deliberativa. Se não tivesse acontecido, teria acontecido conosco como Pullaro ou Schiaretti”, explicou.
Além disso, admitiu que o peronismo não proporcionou a “discussão necessária” após a derrota. “Não para ser oportunista, mas para observar a situação. Não temos condições de discutir o que é necessário e o que foi feito”, afirmou.
Reforma trabalhista e a posição da CGT
Héctor Daer foi veemente ao falar do trabalho de reforma, porque os Conselhos de Governo tiveram que revisar o Congresso. “Não há nenhum negócio”, disse ele.
Ele destacou que a proposta que volta a ser discutida foi apresentada em 2024 pelo deputado Díez, que propõe alterações nas leis de contratos de trabalho e acordos coletivos. “Se for uma reforma progressista, isso é outra coisa. Se for para trás, não haverá negociação.” CGT Tem claramente um conceito de desenvolvimento de direitos e não de desvantagens.
Um plano contra a nova união do Congresso
O dirigente sindical anunciou que o sindicato vai pedir aos partidos parlamentares que parem com qualquer tentativa de flexibilização laboral. “Temos de amarrar os cordões parlamentares e construir maiorias. Se isso não bastar, vamos gerar pressão sobre o sindicato, como nos impuseram com o DNU 70”, lembrou.
Héctor Daer não exclui novas medidas fortes, se o Efeito insistir numa reforma que implique a perda de direitos laborais. “Se alguma coisa na legislação contratual for mexida, haverá férias e armamentos”, alertou.



