O senhor Osvaldo Granados considera isso em sua coluna desta terça-feira para a Rádio Panorama.
Granados Ele mencionou isso em sua coluna na terça-feira Rádio Panorama o que Alguns setores industriais argentinos serão claramente beneficiadosEntre eles Rústico, aço e alumínio. Em particular, destacou que mesmo no sector agrícola – mesmo que crie controvérsia – as notícias representam uma oportunidade.
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Ele respalda sua análise citando dados de Bolsa de Valores de RosárioIsso prevê a necessidade de criação de animais Investir 20 bilhões de dólares no próximo ano Para continuar seu ciclo de produção. Ele avisou o contrário Setores têxteis e de brinquedos enfrentam dificuldadesPortanto, eles precisam “aprimorar sua segmentação e ajustar custos” para permanecerem competitivos.
Granados também abordou as perspectivas econômicas e comemorou a queda O país é um perigoEmbora ele insista que só vai piorar. Neste contexto, destaca que muitas empresas argentinas começaram a emitir dívida, mas considera que As taxas são altas. “Quando chegam a 5% ao ano, pronto. Todo mundo vive endividado”, explicou.
O analista lembrou que ao longo dos anos o Estado absorveu a maior parte do financiamento disponível, deixando os privados sem acesso ao crédito. “Nada funciona sem crédito, não podemos existir sem crédito“, afirma e compara: enquanto o crédito hipotecário representa apenas 4% do PIB na Argentina, a proporção é muito maior em países como o Brasil ou os Estados Unidos. “Aqui a economia não está desenhada para emprestar a você, mas ao Estado”, conclui.
Por fim, Granados destacou Todos os setores esperam definições claras E a perspectiva de “ler as letras miúdas” do acordo com os Estados Unidos é fundamental para avaliar o seu verdadeiro alcance.



