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“Eu quero…” River Plate O Intransigente

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o rio O final da temporada foi repleto de especulações sobre sua presença Copa Libertadores 2026e apareceu entre as vozes que entraram na discussão Oscar RugeriEle deixou uma posição muito mais forte do que os outros dirigentes do clube. O ex-zagueiro, sempre frontal, explicou porque sentiu que o time era necessário Marcelo Gallardo Participe da próxima edição do torneio continental.

Ruggeri quebrou o silêncio e deixou clara sua posição

do programa ESPN F90O campeão mundial afirma preferir a classificação direta e internacional, mas é Boca acabei comemorando O torneio final. “O Nadi tem que jogar a Copa Libertadores, não importa. Ganhar do Boca não me faz mal, quero jogar a Copa Libertadores“, expressou sem hesitação, iniciando imediatamente uma discussão à mesa e entre os torcedores.

Para Ruggeri, o cenário é simples: para um time como o Rivers, não estar na Libertadores é inaceitável. “Estou falando com você como jogador, ano que vem quero jogar a Libertadores, não concordo com o Astrada“, enfatizou, longe do olhar mais emocionado que já havia revelado. Leonardo AstradaQuem não gostaria de ver o retorno olímpico de um eterno rival.

Uma análise que aponta para um objetivo real

Eventualmente, Ruggeri expandiu sua ideia e se tornou mais forte. O ex-zagueiro insiste que o River não está apenas na próxima Libertadores, mas é o único time com chances reais de evitar que o Boca siga sozinho. Sétima Copa Libertadores. “Boca rumo à sétima Libertadores… Quem pode tentar impedi-los de vencer e conquistar o quinto lugar? o rio Você deve entrar para ganhar o quinto”, garantiu.

Sua abordagem não passou despercebida: longe de ser de curto prazo, Ruggeri se concentrou na necessidade de competir no mais alto nível e evitar que seu clássico rival continuasse a somar títulos internacionais, pesando para ele muito mais do que um resultado de torneio local.

O contraponto da Astrada é o que divide os fãs

Não demorou muito para que surgissem divergências. Embora Ruggeri enfatize a lógica da competição, Leonardo Astrada O exato oposto afirma: “Prefiro que o Boca seja campeão e não jogue a Sul-Americana. Eu não quero que eles comemorem“, comentou o ex-meio-campista, refletindo o sentimento do rio como uma parte importante do mundo.

O debate está aberto: a categorização ou a celebração adversa devem ser evitadas a todo custo? Com seus anúncios, Ruggeri colocou mais uma vez na mesa um eterno debate que alimentará a preparação para o final do campeonato.

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