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Estamos no limite, se não forem tomadas medidas a maioria dos açougues estarão fechados

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O comerciante José Ludgar analisou a difícil situação do setor na Rádio Panorama, com carnes caras, vendas baixas e custos não repassados ​​integralmente ao consumidor.

José Ludgaro proprietário Açougue de LudgarDestacou a carne Aumento de cerca de 12% em janeiro-fevereiroSegundo dados da , inflação acumulada quase dobrará INDEC. “Os preços estavam estáveis ​​anteriormente, mas ultimamente entraram numa dinâmica de crescimento constante”, explicou ele em conversa com. Rádio Panorama.

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Traders identificados principalmente devido ao aumento Escassez agrícolaCom escassez de barriga e cortes limitados, isso encarece a carne no mercado. “Ou pagaremos o preço de tabela que chegar até nós ou ficaremos sem estoque”, disse ele.

Em relação aos hábitos de consumo, Ludgar destaca que as pessoas Procure alternativas mais baratasComo carne de porco ou frango, e Edite os cortes que você comprou: “Antes a carne bovina era consumida de segunda a sexta, hoje optamos pela carne suína e pelo frango, e os finais de semana ficam com gosto por cortes mais caros”, comentou.

eles Custos de insumos e serviços Eles também afetam o setor. Os aumentos nos custos de combustível, eletricidade e frete dificultam o repasse dos custos ao consumidor. “Se aumentarmos muito, as vendas desaceleram; as pessoas compram menos dias por semana ou trocam de produto diretamente”, explicou.

Quanto à especulação, Ludgar alerta A maioria dos açougues opera sob restriçõesApenas cobrindo custos e mantendo pessoal. “Alguns ficam por perto porque não têm dinheiro para isso, enquanto outros procuram subprodutos ou extras como especiarias, batatas ou refrigerantes para os substituir”, acrescentou.

Sobre produção e exportação, o trader destacou Uma prioridade devido à escassez de gravidezes e aos acordos internacionais Limita a disponibilidade de carne para o mercado interno. “Demora mais de três anos para uma vaca chegar ao abate e os produtores escolhem vender onde melhor lhes convém”, explicou.

Finalmente, Ludgar ligou Conscientização e gestão do setor e do Governo: “Estamos perante constrangimentos, os elevados custos fixos, os salários inadequados e a inflação continuam a afectar-nos. Esperamos que todos tomemos medidas para usufruir dos benefícios do nosso país”, concluiu.

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