Início ESPECIAIS Eles exigiram que a política apoiasse El Intransigente

Eles exigiram que a política apoiasse El Intransigente

13
0

Senador Nacional Patrícia Bullrich Utilizou as suas redes sociais para apoiar o Ministro das Finanças, Luís CaputoEm meio à crescente tensão com setor empresarial. O responsável foi criticado após o início de uma polémica, uma vez que as questões-chave não obtiveram apoio das câmaras de comércio. Reforma trabalhista. Através da sua conta na Plataforma X, Bullrich Ele pediu-lhes que não se concentrassem nos benefícios económicos propostos pelo governo nacional.

Na sua publicação, a senadora nacional pediu que o debate legislativo não ofuscasse as conquistas económicas. “Leia na íntegra. “A correção de um artigo não abrange um dos atos jurídicos mais importantes para a criação de uma obra oficial”Um parlamentar escreveu em defesa do ministro. Com esta frase, ele tentou focar na modernização das normas trabalhistas e na luta contra o emprego dos negros.

Bullrich criticou o Kirchnerismo

O ex-ministro também aproveitou para criticar a gestão anterior, sugerindo que era necessária uma reforma para reverter a tendência “A catástrofe dos 43% de informalidade deixada pelo Kirchnerismo”. De acordo com BullrichO corte de impostos cria mais oportunidades para os cidadãos argentinos. No entanto, a ausência de celebrações públicas por parte de organizações representativas das empresas deixou uma mensagem política irada para o partido no poder.

Embora o governo tenha promovido uma agenda de flexibilidade e redução de impostos, há uma agitação crescente à medida que os empresários não se manifestam para apoiá-la. Reforma trabalhista. O desconforto de Caputo Isto revelou distanciamento político com setores que, em tese, eram mais favorecidos por uma legislação que já havia recebido aprovação do Senado.

Reclamação de Caputo sobre dedução de contribuições patronais

Quando a luta começou Luís Caputo Ele expressou surpresa com o silêncio do sector privado sobre a redução de 85% nos encargos de propriedade para novas contratações. O ministro descreveu este aspecto como o mais importante da nova lei. Nas suas redes sociais, o responsável escreveu espantado: “É quase a coisa mais importante do direito… Nenhuma câmera comemora, nada. Não consigo superar minha surpresa!”

Caputo Ele baseou a sua afirmação em relatórios técnicos que mostravam como a reforma reduziria os custos para os empregadores. Segundo o ministro, o regime visa dinamizar o mercado de trabalho, beneficiando sobretudo as pequenas e médias empresas com utilização intensiva de mão-de-obra. A medida garante a continuidade do benefício fiscal por quatro anos.

O partido no poder insiste que a única forma de incentivar o registo de novos funcionários é reduzir o custo do trabalho oficial. O governo espera que o setor privado desista de sua posição junto com as reformas econômicas que estão sendo discutidas na Câmara dos Deputados.



Source link

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui