Luís Caputo Surpreso com a confissão incomum. Ele disse: “A coisa mais difícil convencer Desta vez é assim para as pessoas é diferenteO ministro falava por ocasião da série de conferências do Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento de Seguros (CIDES). Aí foram revistas as reformas, o regime cambial e as metas de crescimento.
A sinceridade de Caputo
“Sempre me perguntam quando o grande benefício chegará ao povo”, disse o ministro. E depois acrescentou: “Tivemos uma história muito pobre durante mais de 100 anos, e 16 dos últimos 20 anos, ainda pior. Será muito difícil convencer as pessoas de que desta vez é diferente”.
A frase reflete um tom incomum. Caputo apela à história económica da Argentina para explicar a desconfiança social. “Todos já tivemos tantas lesões, há sempre aquela sensação de que as coisas vão correr mal”, admite.
Sua integridade criou influência entre economistas e analistas. Muitos interpretaram isto como um sinal de realismo do governo, no meio de dificuldades em mostrar melhorias concretas na economia quotidiana.
Reformas, investimento e sistema de bandas
No seu discurso, o ministro defendeu a necessidade de avançar com reformas estruturais, especialmente reformas laborais. Ele falou de jovens que procuram “aceitar” o acesso a empréstimos hipotecários. “O país precisa de um quadro mais flexível para criar emprego formal”, disse ele.
O governo também anunciou Xavier Miley Planos Aumentar os limites de isenção de imposto de renda Para seguros de vida e aposentadoria. “Vamos aumentar esse limite em vários múltiplos”, indicou.
Caputo também aprovou a sequência Flutuando entre bandas. Ele considerou isso uma “ferramenta especulativa”. “O mercado cambial argentino é superficial” e “a flutuação livre é perigosa”, explicou.
“Não podemos continuar a escolher entre o capitalismo ou o comunismo”
O ministro alertou que a estabilidade económica também depende da estabilidade política. “Não podemos alternar o comunismo. A cada dois anos, capitalismo ou não comunismo”, disse ele.
Ele destacou o apoio político e social à direção económica. “Estamos num ponto de inflexão único. A ortodoxia económica combinou-se com a governação e a sociedade para apoiar estas mudanças”, observou.
Luís Caputo Projetou isso Argentina crescerá entre 5% e 9% em 2026. Além disso, previu que a inflação “convergiria para níveis internacionais nos próximos 6 a 12 meses”.
Por fim, elogiou o papel do Presidente Xavier Milli a nível global. “Hoje temos uma referência mundial. Sua liderança atrai investimentos e desperta admiração no exterior”, finalizou.



