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Ameaça de despejo em Vaca Muerta devido ao protesto Mapuche

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A surpreendente controvérsia agitou-se novamente vaca morta Depois Comunidade Mapuche Negar o avanço ilegal de Fraturamento hidráulico em Mari MenukoNo meio de uma operação policial ordenada pela justiça regional. Conforme confirmado pelo Conselho Zonal de Xawvnko, o foco está em Poluição por óleoE as principais definições de demissão ainda permanecem.

A tensão aumentou novamente vaca morta Depois que a polícia de Neuquen entrou no território de Lough Coxipoin. A comunidade Mapuche negou que a operação tenha tentado iniciar o avanço de máquinas ligadas ao fracking e alertou para os perigos. Poluição por óleo na área Mari Menuko.

Após solicitação da YPF, autoridades comunitárias indicaram que o processo ocorreu a pedido da promotora Paula Gonzalez. Ressaltam que o objetivo é iniciar um caminho de equipamentos voltados para novos poços em um setor onde já foram relatados incidentes ambientais recentes.

Poluição por óleo no centro do processo

A polêmica se intensificou após o vazamento em Lindero Atravesado, há menos de um mês. O incidente afetou mais de 50 mil metros quadrados a poucos metros do lago, que é uma das principais fontes de água potável de cidades como Neuquén, Centenário, Plaza Huyncul e General Roca. A comunidade alertou que este facto fez soar o alarme sobre o avanço Fraturamento hidráulico e o efeito cumulativo de Poluição por óleo.

Paralelamente, Lof Kaxipayin decidiu manter o controlo territorial sobre o acesso a Loma La Lata. A comunidade afirma que esta decisão visa proteger o território reconhecido pelo Estado e proteger as famílias que vivem nessa área. Além disso, enfatizaram que as medidas continuarão enquanto persistir o risco ambiental.

As empresas envolvidas no protesto estão envolvidas no desenvolvimento de petróleo Mari Menuko Prossegue sem honrar acordos com sindicatos. Garantiram que a proliferação de máquinas aumentaria o risco de incidentes e indicaria uma falta de controlos ligados aos projectos vaca morta.

O Conselho Zonal de Xawvnko negou YPF Opera com “impunidade” e conta com o apoio dos setores jurídico e político. Como sublinharam, há uma necessidade urgente de discussão sobre o impacto da situação Fraturamento hidráulico E os recursos hídricos que abastecem milhares de pessoas precisam de ser protegidos.

Entretanto, a comunidade confirmou que continuará a proteger o território nos próximos dias. Ele também apelou às organizações sociais, ambientais e lideranças comunitárias para que divulguem e acompanhem o processo contra a ameaça de despejo.

O cenário permanece aberto e não há definições quanto ao prosseguimento dos processos judiciais. A incerteza aumenta vaca mortaAqui, a combinação de desenvolvimento de poder e tensões territoriais está mais uma vez a emitir sinais de alerta Poluição por óleo e o futuro dos lagos da região.

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