O CGT Nesta terça-feira ele questionou o projeto Reforma trabalhista Ele alertou que a campanha e a iniciativa do governo diminuiriam recursos destinado a saúde. Segundo o centro, o corte afetará diretamente o atendimento médico dos trabalhadores e seus familiares.
A Confederação Geral do Trabalho (CGT) rejeitou mais uma vez o projeto de reforma trabalhista em discussão no Congresso. Nesta ocasião, ele se concentrou nas mudanças relacionadas à saúde.
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Através de uma mensagem publicada em uma rede social Xavier Miley Afeta o financiamento do sistema de saúde.
Baixa contribuição do empregador e impacto nos cuidados médicos
Nesse sentido, o Centro sublinhou que o debate não é económico. “A saúde é um direito humano”, disseram da organização sindical. A CGT alertou que a reforma poderia levar a uma redução nos benefícios médicos. Alertou também para maiores restrições a estudos, tratamentos e práticas abrangidas.
Cobertura do sistema e alertas de qualidade
Da mesma forma, sugerem que pode haver menor cobertura, maiores restrições de medicamentos e dificuldades no atendimento odontológico. Como sugerem, o efeito também é observado na qualidade do serviço. Neste cenário, citam menos turnos disponíveis, menos especialistas e uma redução no número de centros de saúde.
Fechando a mensagem, a CGT negou que o debate estivesse ligado ao financiamento sindical. “O financiamento da União não está em jogo, está em jogo o seu acesso à saúde”, afirmam. Por fim, a sede sustentou que não se tratava de uma discussão sindical. Segundo eles, o impacto da reforma trabalhista nas contribuições para a saúde representa um problema de saúde que afeta milhões de pessoas.



