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A casa de Calvet e os cofres de Nestor Kirchner

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Um elemento explosivo foi adicionado ao caso de suposto suborno na Agência Nacional de Deficiência (ANDIS). à prisão de Miguel Ángel Calvet -Supostamente atuando como elo entre a agência e os laboratórios fornecedores- Evidência Melody RakouskasQueixoso do prefeito kirchnerista Fernando EspinosaQuem garantiu que estavam dentro da casa onde ele morava Ambos os cofres “pertenciaram a Nestor Kirchner”.

Rakouskas supostamente morava na casa com seu então companheiro, Gustavo Cilia, um organizador político de La Matanza e próximo de Espinoza. Seu testemunho, espalhado LN+Combina dois arquivos sensíveis para o kirchnerismo: o caso de abuso sexual contra Espinoza e a rede de supostos retornos na ANDIS.

A casa de San Telmo e sua ligação com os líderes do K

A propriedade em questão – localizada na Defensa 1364, no coração de San Telmo – foi invadida quando Calvet foi levado sob custódia. Lá, segundo o denunciante, uma rede de prostituição era dirigida por Celia e o apoio de vários operadores ligados aos líderes de La Matanza.

Rakouskas afirma ter morado naquele imóvel de 750 m² durante os anos de seu relacionamento com Cilia. Segundo a história dela, ele disse que a casa pertencia a eles Caro BoudouQuem o teria vendido em 2012? US$ 750.000Embora ela não pudesse especificar se havia documentação oficial dessa operação.

A jovem fica sabendo da ligação entre a área e o caso ANDIS ao ver fotos do ex-chefe da agência. Diego SpagnuloEntrando na casa “Percebi que era a casa do Gustavo. Tudo aconteceu lá”, garantiu.

Adultério, cobertores manchados e o circuito de energia

O depoimento de Rakouskas é convincente e descreve um esquema de exploração sexual com a participação direta de Celia. Ele alegou que o lugar estava cheio de quartos improvisados, colchões manchados, cano de piscina e mulheres sendo agredidas sexualmente por um cafetão.

Afirmou ainda que Espinoza foi um dos visitantes do imóvel. “Eu o vi entrar”, disse ela, referindo-se não apenas à denúncia de assédio sexual que ela mesma apresentou, mas também ao funcionamento interno do lugar.

Calvet – acusado de administrar uma rede de prostituição em suas propriedades – foi citado como figura paralela e complementar no mesmo circuito.

Misteriosos cofres “Néstor”

Um dos aspectos mais marcantes das provas, segundo Cilia, é a referência a dois enormes cofres pertencentes ao ex-presidente. Néstor Kirchner.

São dois cofres pertencentes a Nestor Kirchner. Porque a casa pertence a Baudou. A própria Célia me contou“, afirmou a denunciante. Ela garantiu que estavam vazias, mas o tamanho e o peso chamaram a atenção: “Gustão disse que eram muito pesados”.

Não sem mencionar. Em 2013, o programa PPTdo falecido George LanataUm vídeo foi mostrado nele Néstor Kirchner Ele expressou sentir-se “em êxtase” diante do cofre. A versão de Rakouskas levanta questões sobre se estas são estruturas metálicas.

O histórico de Calvet e seu papel na ANDIS

O juiz Calvet já foi condenado em 2019 por exploração financeira na prostituição. Ele permanece em liberdade até a carona no caso ANDIS, embora sua sentença deva ser cumprida em 2024, após a decisão de cassação.

Nesse endereço – o mesmo onde Rakouskas morava – a polícia encontrou cadernos, números de telefone e documentação que corroboraram a hipótese do promotor. Franco Picardi: Calvet costumava ser um Uma parte central do sistema é direcionar compras, preços excessivos e pagamentos ilegais Vinculado à aquisição de medicamentos para agência.

Segundo os autos, ele mantinha vínculo com a Drogeria Proforma SA e atuava como gestor de contratos, embora não estivesse formalmente integrado à estrutura da ANDIS.

Uma estrutura que impulsiona o Kirchnerismo

Entre a denúncia dos Rakouskas contra Espinoza, Nestor Kirchner, o papel de Celia e os cofres ligados à acusação de suborno e adultério contra Calvet, o caso ANDIS permanece um processo administrativo e começa a revelar uma conspiração política de longa data.

O partido no poder nacional acompanha de perto o andamento do caso, incluindo agora as figuras históricas do Kirchnerismo, e mais uma vez a lupa que marcou uma época é posta em prática.



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