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A Argentina decidiu contra o levantamento do embargo comercial a Cuba perante a ONU POLÍTICA EL Intransigente.

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Dentro do regime de alinhamento total Javier Miley com a administração de Donald Trump, Argentina decidiu contra o levantamento do embargo comercial EUA de Cuba em sessão realizada nesta quarta-feira Associação das Nações Unidas. Decisão marca um uma mudança histórica na política externa argentina e sobre o rompimento do acordo dos latino-americanos, que votavam por unanimidade desde 1992, eles reportavam todos os anos a partir da ilha.

O texto, intitulado “É necessário acabar com o bloqueio económico, comercial e económico imposto pelos Estados Unidos contra Cuba”, foi aprovado. 165 paísesenquanto sete decretos (Argentina, Estados Unidos, Israel, Hungria, Macedônia do Norte, Paraguai e Ucrânia) e 12 abstenções. Contrasta com o número da votação do ano passado, quando 187 países apoiaram o levantamento do embargo, com apenas os Estados Unidos e Israel contra e a Moldávia a única abstenção.

Argentina confirma novamente a nova doutrina diplomática baseada em Mile alinhamento ideológico e estratégico com Washington e Tel Avivbem como a consolidação do vínculo político com Trump, a quem visitou na Casa Branca no dia 14 de outubro. A decisão também surge após uma recente nomeação. Paulus Quirno, chancelere substituído Gerardus Wertheine completa o turno iniciado após a demissão Diana Mondino em 2024, quando o ministro votaria então a favor de Cuba nesta mesma matéria.

Mais que um voto

Fontes diplomáticas em Nova York confirmaram Embaixador da Argentina na ONU, Francisco TropepiEle foi encarregado de dar um voto negativo. “A instrução vem diretamente da Casa Rosada”, observaram, declarando que a ordem manteria a mesma posição em Viena.

Entre os países que incluíram a Argentina Trombeta na direção dos aliadoscomo primeiro-ministro de Israel Benjamim Netanyahu e o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbánalém do presidente da Ucrânia Volodimir Zelenskyque busca apoio financeiro e militar dos Estados Unidos e do presidente paraguaio Santiago Penapróximo dos setores republicanos norte-americanos.

Ei prevenir CubaFoi imposto por Washington em 1960 e condenado em 1962 pela comunidade internacional durante mais de três décadas. Desde 1992, a Assembleia Geral da ONU vota todos os anos a favor da elevação, por considerar que viola os princípios igualdade total, sem obstáculos e liberdade de comércio. O texto também rejeita efeitos extraterritoriais Leigh Helms-Burton desde 1996, que empresas estrangeiras operam na ilha.

Apesar de seu comportamento não vinculativoo Senado é considerado um dos mais importantes os assuntos diplomáticos simbólicos do governo cubanoe a aprovação internacional anual do plano insular dos EUA. No entanto, este ano a decisão de Buenos Aires será acompanhada de um voto negativo em Washington rompe com mais de três décadas de tradição diplomática argentinamudar e esclarecer o equilíbrio regional A relação com os Estados Unidos tornou-se prioridade absoluta da política externa do governo libertário.

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