“Eles querem me matar aqui”, disse uma advogada e influenciadora de Santiago ao pai, Mariano Page, visivelmente angustiada depois que os três homens entraram repentinamente na casa.
Página Agostina Após ter que sair com urgência do apartamento onde morava, voltou a ficar agitado Rio de Janeiro. Segundo seu advogado Sebastião Robles um Transmissão de notícias 7Os homens que entraram no local alegaram ser policiais, embora “Tudo está confusoApós o incidente, os funcionários do prédio recomendaram que ele saísse para sua própria segurança.
Clique aqui para entrar no canal WhatsApp do Diario Panorama e manter-se informado
Page será julgado na justiça brasileira no dia 14 de janeiro por uma denúncia de discriminação racial em uma pista de boliche na zona sul do Rio. Segundo o caso, câmeras de segurança registraram gestos e expressões discriminatórias, crime equivalente ao racismo no Brasil e punível com dois a cinco anos de prisão.
Paralelamente, o juiz concedeu-lhe um prazo de cinco dias para usar tornozeleira eletrônica, medida que busca impedi-lo de sair do país. Conforme noticiou o jornal Globo, a jovem ainda não cumpriu essa exigência.
Diego Salarini, chefe da Delegacia 11 do Rio de Janeiro, confirmou que a investigação está em fase final e que o processo será enviado ao Ministério Público nos próximos dias. Esperam-se também novos depoimentos das testemunhas e do gestor do local onde ocorreu o incidente.
Com o agravamento da situação, a defesa anunciou que entraria com um pedido de habeas corpus para permitir o retorno de Page à Argentina. “Ela está confusa e quase confinada a situações adversas“A jovem relatou ter recebido ameaças através das redes sociais”, disse Robles.
O consulado argentino no Rio de Janeiro já entrou em contato com a jovem e ofereceu assistência, enquanto a família estuda viajar ao Brasil para acompanhá-la.
O caso gera uma ansiedade crescente em Santiago del Estero, onde familiares e amigos acompanham de perto a evolução do caso e o estado emocional do advogado.



