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Resposta forte da AFA à IGJ: negou irregularidades e condenou a “preguiça” da organização

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O Associação Argentina de Futebol (AFA) divulgou uma declaração contundente na terça-feira para responder às declarações e convocações feitas por Inspeção Geral de Justiça (IGJ)liderado por Daniel Roque Vitolo. A unidade chefiada por Claudio Tapia negou qualquer irregularidade administrativa ou contábil e acusou a agência estatal de agir com “preguiça” e de tentar estabelecer uma história falsa de suposto descumprimento.

Conforme explicou a AFA, a convocação da IGJ já foi atendida e todos os documentos contabilísticos correspondentes aos anos entre 2017 e 2023 foram apresentados. Além disso, foi esclarecido que a mudança de foro, da cidade de Buenos Aires para a província de Buenos Aires, foi aprovada em assembleia, acompanhada por observadores da própria IGJ e devidamente notificada e certificada.

A mudança de jurisdição e os balanços

A entidade sublinhou que a IGJ participou em todo o processo administrativo, emitiu as certidões necessárias e nunca levantou objeções, razão pela qual a alteração foi registada oficialmente em novembro de 2024. “É objetivamente falso afirmar que a AFA ‘fugiu’ ou que a mudança de jurisdição foi ilegal”eles apontaram.

No comunicado, com o título “A única verdade é a realidade (bis)”o AFA alegou que apresentou seus balanços dentro do prazo e que recebeu apenas uma observação formal, que foi respondida dentro do prazo legal. Por outro lado, denunciou que outras supostas audiências ou pedidos nunca foram anunciados oficialmente e que alguns dossiers foram mesmo arquivados sem explicação.

A AFA apontou ainda atrasos de até três anos por parte da IGJ na análise dos balanços e citou irregularidades administrativas, como ficheiros incompletos ou não analisados. Nesse sentido, ele reivindicou “O padrão não é a AFA, mas a própria IGJ.”

AFA

A AFA rejeitou as acusações e garantiu que enviou atempadamente o dinheiro solidário ao Hospital Penna.

A disputa concorrencial e a extinção da declaração

Outro dos eixos da defesa foi a competência do órgão de controle. A AFA enfatizou que atualmente está sob a supervisão exclusiva da Direção Provincial de Pessoas Jurídicas da Província de Buenos Aires.e que a IGJ só poderia intervir em processos iniciados antes da mudança de jurisdição.

Por último, a unidade acusou a IGJ de utilizar o espaço mediático para fazer alegações graves sem suporte documental e para vazar informações confidenciais, no contexto de um conflito político com o governo. “A AFA não ‘fugiu’ de nenhuma jurisdição para evitar controlos”concluiu o comunicado, sustentando que o que está exposto é “uma tentativa de construir um relato fictício de não conformidade.”

PA



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