Na cidade do futebol de Las Rozas, o “bunker” do Luís de la Fuente trabalhando em intensidade máxima. A comissão técnica espanhola, conhecida pelo seu perfil discreto mas compulsivo, elaborou uma documentação de mais de 200 páginas intitulada internamente como “Manual de Espionagem”. O objetivo? Desmonte a engrenagem em Seleção argentina que dominou a América e o mundo.
Finalíssima 2026: Espanha perde uma de suas grandes figuras para enfrentar a seleção argentina
Ao contrário de outros rivais, a Espanha não se concentra apenas em Lionel Messi. Os analistas de La Roja colocaram uma lupa na casa de máquinas argentina. Para De la Fuente, o sucesso no Estádio Lusail depende apenas de uma missão: sufocar os geradores do futebol.
Os pontos fracos descobertos na Copa América
Depois de uma análise exaustiva dos últimos Copa Américaa seleção espanhola descobriu que a Argentina sofre quando há pressão na saída de seu meio-campista. A reportagem descreve que a “Scaloneta” diante de marcas pegajosas e blocos altos tem dificuldade em encontrar a limpeza habitual na primeira passagem.
A estratégia espanhola centrar-se-á na pressão após uma derrota sufocante. Eles estão procurando Enzo Fernández não tenho tempo para virar e Alexis McAllister forçado a recuar mais do que o desejado e afastá-lo da zona perigosa de gravidez.
Clube 100 Milhões: Quanto valem Argentina e Espanha?
A comissão técnica da Espanha utiliza software avançado de análise de dados para identificar as transições rápidas da Argentina, concentrando a sua estratégia Finalissima na pressão alta e no controlo do meio-campo para neutralizar Enzo Fernández e Alexis Mac Allister.
O mapa de calor: a arma secreta de De la Fuente
Utilizando ferramentas de inteligência artificial e Big Data, a Espanha identificou os setores onde a Argentina é mais vulnerável nas transições defensivas. O ponto crítico indicado é o espaço deixado pelos laterais quando o meio-campo perde a bola no ataque.
O plano tático consiste em utilizar Lamine Yamal e Nico Williams como “âncoras” nas alas para obrigar os defesas-centrais argentinos a sair da sua zona de conforto. Ao esticar a defesa, Espanha tenta quebrar o bloco sólido que caracteriza a seleção Lionel Scaloni.
Pontos-chave na análise espanhola
- Sufocamento na saída: Pressão individual sobre o “5” da Argentina.
- Isolamento de Messi: Linha de passagem cortada para evitar recepção com vantagem.
- Transição vertical: Aproveite o declínio dos laterais argentinos.
- Controle de ritmo: Tirar a bola da Albiceleste para forçar desgaste físico.
Ficha técnica da partida
Finalíssima 2026: data, hora e onde assistir Argentina x Espanha

FMZ



